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Mostrando postagens com o rótulo Atividade física

A asma e a convivência nas escolas

O ano letivo já reiniciou e as crianças retornaram às aulas. A asma, conhecida popularmente como bronquite alérgica, ou simplesmente bronquite, afeta uma parcela significativa de crianças brasileiras. Não é raro portanto, ter em uma sala de aula pelo menos um aluno com asma. O que é a asma? Trata-se de uma doença de origem genética (hereditária), que pode surgir em qualquer idade e que se manifesta de formas variadas, desde sintomas discretos até formas graves que interferem de forma significativa na vida da criança.  Os sintomas principais são: falta de ar, dificuldade para respirar,  tosse, expectoração, chiado, sensação de cansaço. É importante ressaltar que o tratamento adequado pode controlar a doença, evitar as crises e permitir uma vida normal à criança.   Como a escola pode ajudar? A escola não substitui a família no cuidado com a criança, mas tem papel importante no apoio e na integração do asmático ao meio social. Atitudes saudáveis como evitar fatore...

Existe alergia ao cloro?

Mireia Belmonte é uma das melhores nadadoras espanholas e declarou esta semana aos jornais que é asmática e tem alergia ao cloro. Esta afirmação traz controvérsias. Embora seja uma expressão popular, não é correto definir como alergia propriamente dita. O cloro não é um alérgeno, mas atua como irritante das mucosas (respiratória e ocular), podendo desencadear crises de asma, rinite, conjuntivite alérgica e piorar alergias na pele. Não é comprovado um mecanismo alérgico (imunológico) envolvido no processo.   Em piscinas tratadas com cloro, os gases cloraminas (substâncias tóxicas resultantes da reação do cloro com impurezas da água) podem em algumas pessoas irritar a mucosa das vias respiratórias. Olhos vermelhos, nariz irritado, espirros e tosse não são queixas raras entre nadadores.   A cloração de piscinas também pode provocar irritação cutânea e coceira. O cloro em concentração exagerada funciona como irritante da pele. Os vapores do cloro flutuantes na superfície da...

Asma - agravantes de A a Z

A asma é uma doença controlável, mas mesmo com todos os recursos atualmente disponíveis, ainda pode ser grave e ameaçadora.  O tratamento da asma inclui remédios usados não só nas crises, aliviando os sintomas, mas também para controlar a doença e prevenir o aparecimento de novas crises. Dentre essas medicações controladoras, as mais eficazes são as que contem corticóides inalados isolados ou em associação com broncodilatadores de ação prolongada. As medicações usadas em forma de sprays (“bombinhas”) ou de inaladores de pó seco, ao contrário da crendice popular, são extremamente, seguras. O uso inalado tem efeito direto sobre os pulmões, permitindo ação mais rápida, duradoura e com mínima absorção para o resto do organismo, graças a sua formulação especial em doses mínimas (microgramas). Essa ação direta na mucosa dos brônquios controla a inflamação causada pela asma, com raros efeitos colaterais.  Mas, tratar não é só tomar remédios.  É sabido que mu...

Meu filho tem asma. Ele pode fazer educação física?

Sim. A asma controlada não é impedimento para prática de exercício.  Alguns pais têm medo de que a criança ao se exercitar possa piorar sua doença. As crianças portadoras de asma devem ser avaliadas pelo médico especialista: algumas podem ter tosse, falta de ar ou cansaço quando realizam esforço físico. Outras não mostram dificuldade aos esforços. Algumas crianças não são orientadas e mediante o desconforto instintivamente se afastam de tudo que exige esforço físico: não querem brincar, evitam correr e muitas vezes são os goleiros nos jogos de futebol. O médico orientará o uso de remédios, se forem necessários. O importante é entender que a asma não deve se tornar obstáculo para a prática de esportes. O professor de educação física deve ser comunicado sobre a asma do aluno e receber orientação sobre a doença, sintomas, bem como sobre os sinais de agravamento da asma e sobre as medidas a tomar se a criança desenvolver sintomas da asma aguda. As crianças maiores já...

Asma e esportes

1- O asmático pode praticar esportes? Sim, desde que o paciente esteja bem controlado clinicamente e queira praticar este esporte. 2- Porquê? A prática de esportes acarreta: * Melhor condicionamento físico * Fortalecimento dos músculos da caixa torácica * Melhora do padrão respiratório 3- Qual o esporte ideal? É aquele adequado à idade e à vontade do paciente (não impor). De preferência, estão indicados os e xercícios aeróbicos: vôlei, natação, futebol, dança, ciclismo, entre outros. 4. Quais as vantagens da natação? A natação f ortalece músculos da caixa torácica e m elhora o padrão respiratório.  Mas, é importante observar se a concentração de cloro é adequada para que não ocorra irritação das vias aéreas 4- É preciso tomar algum cuidado? A atividade esportiva deve ser adequada à idade, levando em conta a capacidade física do paciente e orientado por profissional habilitado para tal função. Recomenda-se: * É necessário fazer aquecimento prévio * Não se dev...

Asma e esporte: técnicos e educadores sabem como agir?

Uma pessoa portadora de asma pode se tornar um atleta desde que tenha sua asma controlada. Contudo, atletas portadores de asma podem estar em risco aumentado para ter crises durante a realização do exercício físico. Estudo recente foi realizado para avaliar o nível de conhecimento sobre asma entre técnicos e professores de educação física. Para isso, foi aplicado um questionário entre técnicos de diferentes níveis competitivos esportivos na região do Condado de Nassau no Estado de Nova York Trinta e cinco por cento dos participantes acreditavam que tinham formação adequada para ajudar um atleta em caso de crise. Mas, quando solicitados a descrever sintomas da doença, a metade não lembrava quais eram e nem sabiam descrever uma crise de asma ou citar a atitude a tomar no caso de crise. Além disso, mais de 80% dos treinadores afirmou que os atletas são responsáveis pelos seus próprios inaladores. Além disso, apenas 51% haviam freqüentado Curso de Primeiros Socorros nos últimos dois anos,...

Caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento

Caminhar é uma das atividades mais naturais do ser humano. Ao se tornar um bípede, o homem ganhou degraus em sua evolução. Não sei se é verdade, mas dizem que caminhar com dois pés gasta menos energia do que como um quadrúpede. Os anos se passaram, o progresso foi chegando e a vida se tornando mais confortável. Das carroças aos automóveis foi um pulo. E assim foi se instalando a vida moderna, atarefada, corrida, tempo contado nos dedos. O homem retornou à locomoção “quadrúpede”, mas desta vez com 4 rodas. Com a informatização crescente, o computador trouxe o trabalho para dentro da vida de todos. É claro que trouxe diversão, também, porém cada vez mais, sentados. De mau hábito em mau hábito, o fato é que hoje pouco se caminha. Mas, para trabalhar bem e viver melhor, com mais saúde, é a atividade física que faz a diferença. E, caminhar, convenhamos, pode ser uma boa forma de retomar o pique! Não há necessidade de academias, aparelhos, ou seja, custos baixos, mas grandes lucros. Cada vez...

Atividade física ao alcance de todos

A prática regular de atividade física é indicada para pessoas de todas as idades. Mas, nem sempre é fácil colocar em prática. Que tipo de atividade escolher: corrida, caminhada, esporte ou se matricular numa academia? Como conciliar com o nosso (minguado) tempo livre? Mas, esquecemos que é possível se exercitar mesmo durante as atividades diárias. Por isso, vale a pena ler a seguir um artigo muito interessante abordando este tema e publicado na Revista Veja em 19-10-07. por Renato Dutra (Veja Online) Durante as décadas de 70 e 80 defendeu-se a idéia de que deveríamos fazer exercício aeróbico moderado, 30 minutos, de três a quatro vezes por semana. Como resultado houve o "boom" da corrida pelo mundo. Atualmente as pesquisas indicam que, além da necessidade do exercício aeróbico regular (como a corrida), é muito importante acumularmos atividade física diária. Entenda por atividade diária aquela movimentação que tendemos a perder com a praticidade da tecnologia – uso do controle...