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Analgésicos e Anti-inflamatórios

Analgésicos e anti-inflamatórios são medicamentos muito utilizados, sendo vendidos sem necessidade de receita médica. E os casos de alergia estão aumentando nas últimas décadas, no mundo inteiro. 
A alergia não surge da primeira vez, mas sim com a repetição do uso. Além disso, há um outro grande problema: é comum que ocorra uma "reação cruzada" entre medicamentos aparentemente diferentes. Por exemplo, pessoas alérgicas a dipirona, poderão ser também à aspirina (AAS - ácido acetil salicílico) e aos anti-inflamatórios não hormonais (por exemplo: diclofenaco, ibuprofeno, cetoprofeno, piroxicam, entre outros).
O maior problema é que existem nas farmácias muitos medicamentos, com nomes diferentes e que contém analgésicos ou anti-inflamatórios em sua fórmula. 
Leia sempre a bula e o nome do princípio ativo. Na dúvida, fale com seu alergista!
Reações adversas mais comuns: - Sintomas na pele: coceira, urticária (placas na pele), angioedema (inchaço nos lábios, pálpebras ou em outras part…

Alergia a mosquitos

Os mosquitos são insetos sugadores (hematófagos), sendo os mais comuns os pernilongos ou muriçocas. A alergia à picada dos mosquitos é conhecida com o nome de “Estrófulo”, sendo frequente no verão e mais comum nas crianças. A alergia se manifesta com lesões no local da picada do inseto: a pele fica avermelhada e inflamada.  As feridas coçam bastante, podendo surgir bolhas com saída de secreção. Em alguns casos, essas feridas podem piorar e infeccionar, podendo evoluir para impetigo. Uma única picada pode levar a várias lesões. Na maioria dos casos, a evolução é benigna, melhorando com a idade. Mas, em algumas pessoas, podem persistir manchas ou cicatrizes na pele, causando desconforto e problemas sociais. As lesões são mais comuns nas áreas expostas do corpo: braços e pernas, tronco. Este tipo de alergia tende a desaparecer no adulto.
O TRATAMENTO INCLUI: lMedidas de proteção:  telas em janelas, dedetização, uso de repelentes. lMedicamentos para alívio e tratamento dos sintomas alérgicos…

Verão, Asma e Rinite

Enfim chegou o verão! Sol, praia, férias! 
Muita gente imagina que as doenças respiratórias não são um problema nessa estação. É verdade que o  clima de verão é mais propício para quem tem asma e rinite, mas de modo algum significa que as crises não surgem no verão, nem justifica a suspensão do tratamento e das medidas de controle. 
A asma e a rinite necessitam cuidados também neste período do ano.É verdade que no calor, há uma diminuição de ácaros no ambiente. Mas, outros fatores, como por exemplo as mudanças bruscas de temperatura, a intensificação do uso do ar-condicionado, ventiladores e o excesso de chuvaspodem desencadear crises alérgicas respiratórias.
O arcondicionado pode ser usado, mas com cuidado, pois como resseca o ambiente, pode tornar as vias aéreas mais vulneráveis. Ventiladores também necessitam cuidados, em especial os modelos instalados no teto, de difícil alcance para a limpeza diária. Durante

Asma e obesidade

Diferentes hipóteses envolvendo fatores genéticos, ambientais, nutricionais, tipo de microbiota, estilos de vida, entre outros, procuram explicar a relação entre asma e obesidade. Leia abaixo a entrevista com o Dr. Fábio Kuschnir, diretor da ASBAI, onde ele explica que o desafio é entender como a obesidade influencia a asma e vice-versa.



Uma pessoa obesa tem mais propensão a desenvolver a asma? Sim. Estudos de seguimento (longitudinais) mostram que, em geral, a obesidade precede a asma e que o risco de asma aumenta com a obesidade.
Há levantamento de quantos pacientes com obesidade sofrem com a asma? Estudos envolvendo dezenas de milhares de pacientes, inclusive brasileiros, de diferentes faixas etárias, demonstraram que aqueles com sobrepeso e obesidade apresentaram respectivamente 25% e 50% mais chance de ter asma.
Tratar a asma em pacientes obesos requer um maior cuidado? Sim, especialmente em adultos pode requerer mais atenção, principalmente em relação à gravidade do quadro clínico e r…

Fungos X Alergia respiratória

Os fungos crescem no ar livre, em plantas vivas e mortas, animais e outros micro-organismos. Penetram no ambiente das moradias através da ventilação de ar ou na superfície de pessoas, animais e objetos. Os fungos proliferam melhor nos locais quentes e úmidos das moradias, tais como: banheiros, soleiras de janelas e porões. São chamados popularmente também de “mofo” ou “bolor”. Um ambiente com umidade excessiva terá mais mofo (fungos).
Relação de fungos com doenças alérgicas respiratórias Estudos científicos mostram que pessoas sensibilizadas e que vivem em moradias mais úmidas e com fungos (mofos) têm maior risco de crises de asma, rinite, sinusite, conjuntivite alérgica. Mesmo pessoas que trabalham em ambientes com focos de mofo ou crianças que convivem em creches ou estudam em salas de aula sujeitas à umidade, podem ter piora de sintomas respiratórios. Sabe-se também que ácaros se alimentam de fungos. Por isso, moradias e ambientes com focos de umidade e mofo terão mais ácaros, conheci…