21 junho 2016

21 de junho - DIA NACIONAL DE COMBATE À ASMA




A GINA no Brasil lançou em 2 de junho uma ação de combate às mortes por asma.

Há anos, a mortalidade por asma no Brasil (em todas as idades) é superior a 2000 pessoas por ano, ainda que a taxa de mortalidade tenha diminuído, exceto no Nordeste.

Dados recentes do DATASUS (últimos cinco anos disponíveis) mostram que 3 pessoas entre 5 e 65 anos morrem por asma no Brasil diariamente.

A falta de informação é um dos fatores que mais contribuem para a manutenção destas mortes. 
Para tentar mudar esta realidade inaceitável, considerando que a asma é uma doença que pode ser controlada na maior parte dos pacientes, a campanha tem a seguinte chamada

“A asma mata ao menos 3 pessoas todos os dias."
 A mudança está em nossas mãos


A - APRENDA SOBRE SUA ASMA

S - SAIBA O QUE FAZER NAS CRISES E COMO PREVENIR

M- MANTENHA O TRATAMENTO, MESMO QUE ESTEJA BEM

A - ATUE EM PARCERIA COM A EQUIPE MÉDICA


Visite o site GINA Brasil
Conheça a ABRA - Associação Brasileira de Asmáticos



16 junho 2016

Alergia e Animais de Estimação




Cães e gatos são os principais responsáveis pelas crises pelo simples fato de estarem mais perto das pessoas. Alguns chegam a dormir na mesma cama, mas outros bichinhos, como hamster, chinchila e passarinhos – também tratados como bichinhos de estimação – são possíveis de provocarem alergia. 

Conheça mitos e verdades sobre as alergias e animais de estimação

Animais de pelo curto provocam menos alergia. 
MITO. 
Isso porque não é só o pelo do animal que provoca reações alérgicas. A descamação que ocorre na pele, a urina – que permanece no ambiente mesmo depois de limpo – e até a saliva do bichinho também são fatores desencadeantes das crises. “Às vezes, nem é preciso ter o gato ou cachorro em casa. Mas ele pode ter crises ao frequentar um lugar com esses bichos, como a casa da avó ou de um amigo”, explica Pastorino. 

Criança com asma deve ficar longe de cachorros e gatos. 
MITO. 
Para começar, é preciso saber o que desencadeia a asma na criança. Segundo a médica Ana Paula Castro, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), um dos principais desencadeantes da asma é o ácaro presente na poeira domiciliar. No entanto, como o pelo do cachorro também pode ter ácaro, é mais seguro manter o animal fora de casa, retirando-o principalmente do quarto do filho. Mas não corte totalmente o contato. Às vezes a crise asmática é provocada justamente pelo estresse da criança ao saber que pode ficar longe do bicho. 

Mulheres grávidas devem evitar contato com gatos
VERDADE. 
Mas esse cuidado não se deve apenas à alergia mas, sim, à incidência de toxoplasmose. Essa doença é causada por um parasita presente nas fezes de gatos e, quando afeta as mulheres grávidas, pode provocar um aborto ou deixar sequelas na criança, como cegueira ou microcefalia. 

Fezes secas de passarinho causam alergias. 
VERDADE. 
As penas podem ser alergênicas, mas as fezes podem conter fungos, assim como o alpiste e a serragem usada em algumas gaiolas, que pioram a alergia. Também é importante lembrar que os fungos causam outras doenças. 

Retirar o contato do animal com a criança alérgica é o recomendado
VERDADE. 
Se ao entrar em contato com o cachorro, gato, hamster ou outro animal, a criança apresentar espirro, tosse, falta de ar ou outra reação alérgica – principalmente respiratória –, é importante retirar o bicho do contato diário, até que se comprove o fator desencadeante da alergia. Para descobrir, o mais indicado é fazer o exame de sangue para detectar o alérgeno, mas observar a reação da criança por um período pode dar um sinal da causa da alergia. 

Dar banho no cachorro a cada 2 dias evita a alergia. 
MITO. 
O banho semanal ou quinzenal já é suficiente para manter o animal, seja cachorro ou gato, limpo e evitar o risco de crises alérgicas. Além disso, dar banhos muito frequentes nos bichinhos pode ser prejudicial para eles. 

Existem animais que não causam alergias. 
MITO. 
Em tese, todos os animais têm um potencial alergênico. Isso depende de cada pessoa. O problema é que animais livres, como cães e gatos, circulam mais pela casa, por isso são apontados como maiores causadores. 

Ter contato com animais ainda criança pode prevenir alergias futuras. 
VERDADE. 
Uma pesquisa publicada na revista Clinical & Experimental Allergy, em 2011, mostrou que crianças que convivem com animais desde o primeiro ano de vida tendem a ter menos sensibilidade a seus alérgenos. Portanto, o contato saudável, feito de maneira moderada, pode ser uma boa, sim. Mas tudo depende da genética. Se pai e mãe forem alérgicos, os cuidados devem ser redobrados, já que a criança tem grandes chances também de apresentar alergias.

Adaptado de: Fonte

12 junho 2016

Urticaria - aprenda e faça download do livro

Urticária ao frio é um subtipo de urticária induzida, ou seja, aparece após um estímulo conhecido – neste caso, após o contato da pele com o frio (ar, líquidos ou objetos frios).
Os portadores de urticária ao frio podem apresentar urtica ou angioedema. As lesões ficam restritas às áreas em que houve exposição ao frio e surgem minutos após o estímulo. No entanto, se uma grande superfície de pele entrar em contato com o frio (por exemplo, se o portador entrar em uma piscina de água gelada), a reação pode ser generalizada e levar à queda súbita de pressão e perda de consciência, o que chamamos de anafilaxia. Existem vários relatos de morte por anafilaxia em portadores de urticária ao frio após entrar em piscina ou mar de água gelada.
A urticária ao frio é mais comum do que imaginamos e representa mais de um terço de todos os casos de urticária induzida. Pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum em adultos jovens.
O diagnóstico é feito por meio da história clínica e do teste do cubo de gelo, que é realizado aplicando-se um cubo de gelo (protegido por um saco plástico) na parte interna do antebraço por aproximadamente cinco minutos. Quando o teste é positivo, observa-se vermelhidão e inchaço no local de contato com o gelo, além do paciente poder referir sensação de coceira ou de queimação no local.
O tratamento baseia-se em evitar o contato com o frio e no uso de anti-histamínicos. Para melhorar sua qualidade de vida, os portadores muitas vezes precisam evitar:
– Esportes aquáticos em água fria;
– Bebidas e comidas geladas, pelo risco de inchaço na garganta;
– Ambientes muito frios.
Visite o site do GUIA. Conheça o trabalho bacana que tem objetivo de melhorar a qualidade de vida dos portadores dos diversos tipos de urticária por meio da divulgação do conhecimento sobre a doença e do apoio humano ao portador. O site oferece download gratuito do livro: URTICÁRIA CRÔNICA – VOCÊ CONHECE?”, no formato PDF.
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