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Mostrando postagens de Outubro, 2009

Alergia e perfume: fato ou tabu? Respondendo ao leitor

Eu tenho um problema sério com perfumes e cheiro. Se eu fico ao lado de alguém usando um perfume forte, começo a espirrar, tusso, sinto falta de ar, meus olhos ficam muito vermelho, o que me deixa muito envergonhada. Gostaria de saber se sou alérgica a perfumes.
Obrigada, Marília.
Cara Marília.

Antes de responder sua pergunta, gostaria de explicar que são duas situações diferentes:

1) A alergia ao perfume ocorre na pele no local onde se aplicou o produto, sendo conhecida como alergia de contato ou como dermatite de contato.

2) Perfumes e odores ativos podem ser irritantes ao aparelho respiratório e provocar sintomas respiratórios, mesmo que a pessoa não seja alérgica a eles.

Então, vamos explicar cada uma destas situações:


1) DERMATITE DE CONTATO ou ALERGIA DE CONTATO

As fragrâncias perfumadas podem ser encontradas em muitos produtos, desde perfumes propriamente ditos como também em águas de colônia, lavandas, desodorantes, loções após a barba, hidratantes, protetores solares, bronzeadores, …

Atendimento especial para os idosos

A equipe de médicos da Clínica de Alergia está habilitada para atendimento especializado à idosos portadores de doenças alérgicas, sejam respiratórias ou da pele.

Urticária, angioedema, eczema de contato, farmacodermias e prurido são as principais manifestações alérgicas na pele.

Rinite alérgica, sinusites e asma Brônquica (ou bronquite) representam as alergias respiratórias mais comuns na terceira idade.

A Clínica de Alergia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro atende sem hora marcada, de segunda a sexta feira, pela manhã de 8 às 10:30 e à tarde de 13 às 15:30 horas.

O tratamento inclui consultas de retorno gratuitas dentro de 15 dias após o atendimento. Informe-se pelos telefones (21) 2517 4206 ou 2210 2810 com a nossa secretária Vanessa.

Tomar banho com água quente demais pode causar coceira

Se você sente coceira após o banho e acha que a culpa é da água, pense duas vezes: a urticária aquagênica, ou alergia à água, é extremamente rara. "Em toda a literatura médica mundial, deve haver registrados um máximo de 20 ou 30 casos desse tipo", diz Maria de Fátima Marcelos Fernandes, chefe da Seção de Diagnóstico e Terapêutica do Serviço de Alergia e Imunologia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e uma das diretoras da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia.


Provavelmente, o culpado pelo incômodo é o banho quente e prolongado -ou seja, não se trata da água em si, mas da sua temperatura e da exposição duradoura a ela, além de várias aplicações de sabonete.

"A pele perde seu manto lipídico [de gordura] protetor, resultando em prurido [coceira], pele ressecada e mesmo eczemas. Eventualmente a sensibilidade a determinadas substâncias presentes nos sabonetes e xampus também pode ser a causa [da coceira]", explica Osmar Rotta, professor e chefe…

Automedicação

O Blog da Alergia chama a atenção para um problema crescente, que é a automedicação. Segundo o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), os remédios ocupam o primeiro lugar no ranking de casos de intoxicação.  E crianças até cinco anos são as maiores vítimas, respondendo por cerca de 30% dos casos.




Associação Brasileira de Alergia (ASBAI) lutando pelos direitos dos alérgicos

Mudança de rotulagem de alimentos industrializados, medicamentos, cosméticos e produtos de uso pessoal8/10/2009


Atendendo a solicitação do Juiz Federal da 2ª Vara de Sergipe, o Dr Fernando Escrivani Stefaniu, a Diretoria da ASBAI indicou o Dr José Carlos Perini como seu representante perito para auxílio na fundamentação técnico-científica de ação civil pública deflagrada naquele estado por paciente alérgico. O grupo inicialmente constituído teve além do Dr Perini, a contribuição dos Drs Jackeline Motta Franco e Mário Adriano dos Santos, ambos residentes em Sergipe e especialistas pela ASBAI.

Após a primeira audiência pública e de posse das informações técnicas fornecidas por esse grupo, identificou-se fatos de extrema relevância que motivaram, em concordância com o Ministério Público Federal e ANVISA, na ampliação desse grupo inicial de especialistas. Ainda sob a coordenação do Dr José Carlos Perini os onze membros trabalharam de forma intensa e contínua, elaboraram documentos que fo…

Temos alergia aos pólens no Brasil?

Chegou a primavera, estação das flores. E, ao primeiro espirro, alguém logo acrescenta: é por conta dos polens! É verdade? Ou mais uma moda importada?

O Brasil é um país muito grande e com amplas variações do clima nas suas diferentes regiões. Os primeiros relatos de alergia aos pólens no Brasil foram feitos na década de 40 pelo professor Ernesto Mendes, mas os estudos tomaram impulso à partir dos anos 80.

A característica desta doença é o fato de ser estacional, ou seja, ocorre no período do ano em que ocorrem polinizações de alguns tipos de plantas. Por isso, tem seu auge entre os meses da primavera, sendo mais prevalente entre Setembro e Dezembro.

Nos Estados Unidos é chamada de “Febre do feno” (“hay fever”). Em muitos países, a polinose é tão comum que a informação sobre contagem de polens é disponibilizada diariamente através de emissoras de rádio, TV, jornais e sites. Em 2007, a revista BMJ publicou uma estimativa de que 1 em cada 6 pessoas nos países industrializados sofre de ale…

Ácaros

Este filme reúne informações de reportagens realizadas pelo canal Discovery e pelo Jornal Nacional.

Vale a pena assistir!

Gordura abdominal eleva risco de asma em mulheres

Mulheres com muita gordura abdominal têm mais risco de ter asma, mesmo que não estejam acima do peso. É o que mostra um novo estudo publicado na revista "Thorax". A pesquisa foi realizada com 88.304 voluntárias nos EUA.

Entre aquelas com IMC (índice de massa corporal) normal (até 24,9 kg/m2), as que tinham a medida da cintura maior do que 88 cm tiveram três vezes mais chance de ter a doença.

A pesquisa também confirmou que a asma é mais frequente em pessoas com sobrepeso e obesas. Quanto maior o peso, maior o risco de asma. A prevalência de asma em mulheres com obesidade leve foi de 10,9%, nas com obesidade moderada, de 13,4%, e nas com obesidade grave, de 18,3%.

"Sabe-se que a obesidade é um fator de risco para a asma, mas poucos estudos avaliaram os efeitos da gordura visceral sobre o problema", escreveram os autores do trabalho.

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