Pular para o conteúdo principal

Alergia ao mel




MEL: basicamente é composto por carboidratos (açucares) e por isso raramente causa alergia.
Reações alérgicas podem ocorrer nestas situações:
°         Presença de grãos de pólens misturados ao mel.
°         Por proteínas de saliva e de orofaringe presentes nas abelhas.
°         Vestígios de veneno de abelha contido no alimento.
Por isso, a chance do mel provocar alergia é maior nas pessoas sensíveis ao pólen e ao veneno destes insetos.

GELÉIA REAL: é produzida pelas abelhas jovens e se destina principalmente para a alimentação da abelha rainha. Trata-se de um produto com alto teor de proteína em sua composição, sendo mais comum a ocorrência de alergia. Trata-se de uma reação imunológica com participação do anticorpo IgE (imunoglobulina E), de surgimento imediato (varia de cinco minutos a duas horas após a ingestão do alimento).

PRÓPOLIS: é uma substância bastante usada em medicamentos por suas propriedades antibióticas e anti-inflamatórias, entre outras. Pode também ser encontrados em uma grande variedade de cosméticos. A alergia sistêmica (anafilática) é rara, sendo mais comum a dermatite de contato, ou seja, uma alergia na pele

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
A reação alérgica varia em gravidade e sintomas dependendo da sensibilidade de cada indivíduo. Podem ocorrer:
°         Urticária
°         Angioedema (inchaço)
°         Coceira
°         Lesões na pele
°         Dor na barriga, cólicas
°         Náusea, vômito, diarreia
°         Falta de ar, chiados no peito, tosse
°         Anafilaxia
Caso tenha suspeita de alergia alimentar, consulte um médico alergista. O site da ASBAI possui um setor público onde poderá localizar especialistas nas principais cidades brasileiras.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Antialérgicos ou Anti-histamínicos

Histamina é o nome da substância química mais famosa envolvida nas reações alérgicas. Quando a histamina é liberada, provoca dilatação e inchação dos vasos, bem como aumento secretivo e coceira. No caso da rinite, a presença da histamina ocasiona coceira, espirros, coriza e bloqueio nasal. Na urticária provoca placas avermelhadas com muita coceira na pele. Na alergia ocular, resulta em coceira, avermelhamento e irritação da conjuntiva dos olhos. Na dermatite atópica pode ajudar no controle da coceira, que é intensa e prejudica a pele, agravando a doença.
Desde a década de 30 observou-se que era possível aliviar os sintomas da alergia usando remédios que antagonizassem com a histamina. Mas, só na década de 40 foi lançado o 1º remédio anti-histamínico. Desde então, o conhecimento só fez crescer e hoje dispomos de muitos remédios com esta finalidade.
É importante lembrar que a histamina não é exclusiva da alergia pois participa também de outras doenças. Por isso, hoje existem anti-histamín…

Alergias e reações na pele causadas por plantas

A natureza nos presenteia diariamente com plantas e flores proporcionando uma festa não apenas para os olhos mas para todos os sentidos. A sua utilidade prática é indiscutível e múltipla, seja purificando o ar, seja servindo como alimento ou como base para construção de habitações, na manufatura de mobiliário, utensílios, cosméticos, medicamentos, entre tantas outras aplicações. Se apenas tivessem o papel de embelezar, já seriam fundamentais, aliviando a dureza do cotidiano e transmitindo paz numa convivência harmoniosa de longa data com o ser humano.
Mas, em algumas situações, a pele pode desenvolver reações quando entra em contato com plantas e daí pode coçar, se tornar vermelha, apresentar uma erupção cutânea e até inflamar. Estas reações surgem pelo contato com a pele, algumas puramente por irritação direta e outras, por mecanismo alérgico.
Até mesmo árvores podem produzir um eczema de contato alérgico, sendo o exemplo mais conhecido a Aroeira, uma árvore de madeira de alta resist…

Pitiríase rósea

É uma doença conhecida desde 1860, quando foi descrita por Camille M. Gibert, sendo conhecida também como Pitiríase rósea de Gibert.
Não se conhece exatamente a causa, mas parece que a hipótese mais viável é que seja ocasionada por vírus, como por exemplo, o vírus do herpes. Mas, é possível que dependa de uma tendência genética do indivíduo, o que seria um facilitador do aparecimento da doença. Questiona-se também outros mecanismos, envolvendo alguns tipos de medicamentos, autoimune, associação com outras doenças, etc. Fatores psicológicos ou estresse podem facilitar o aparecimento da doença, assim como alterações da imunidade e gravidez. Não é contagiosa.
É mais comum em adultos, acometendo mulheres e homens, sendo rara em crianças pequenas e em idosos, ocorrendo preferencialmente na primavera e no outono. O maior problema é que sua evolução pode ser prolongada e durar de semanas a meses, assustando o doente. Em alguns casos pode recidivar, mas não é comum que aconteça


Quadro clínico.