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A asma e a convivência nas escolas

O ano letivo já reiniciou e as crianças retornaram às aulas. A asma, conhecida popularmente como bronquite alérgica, ou simplesmente bronquite, afeta uma parcela significativa de crianças brasileiras. Não é raro portanto, ter em uma sala de aula pelo menos um aluno com asma.
O que é a asma? Trata-se de uma doença de origem genética (hereditária), que pode surgir em qualquer idade e que se manifesta de formas variadas, desde sintomas discretos até formas graves que interferem de forma significativa na vida da criança.  Os sintomas principais são: falta de ar, dificuldade para respirar,  tosse, expectoração, chiado, sensação de cansaço. É importante ressaltar que o tratamento adequado pode controlar a doença, evitar as crises e permitir uma vida normal à criança. 

Como a escola pode ajudar?
A escola não substitui a família no cuidado com a criança, mas tem papel importante no apoio e na integração do asmático ao meio social.
Atitudes saudáveis como evitar fatores com potencial de provocar crises no ambiente escolar, permitir o uso da medicação nos casos indicados, estimular a integração e a participação nas atividades escolares, certamente refletirão positivamente no resultado do tratamento médico. 

Crianças com asma podem fazer educação física?  
A participação nas aulas e nos esportes é importante para integração no meio social. Contudo, como a asma se manifesta de forma e intensidade diferentes em cada pessoa, é importante que sejam levadas em conta as características individuais da doença.  
O aluno com a asma bem controlada pode participar normalmente das atividades escolares.


O tratamento médico adequado, aliado ao esclarecimento da família, professores e equipe escolar, são medidas essenciais para que a doença não interfira no aprendizado, nas atividades físicas e no relacionamento social infantil.

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