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Pigarro

Pigarro é um velho conhecido de todos, pois se trata de uma queixa comum. Parece com uma pequena tosse para aliviar a sensação de embaraço ou coceira na garganta. O pigarro tem a finalidade de expelir uma secreção acumulada aliviando o desconforto. A causa mais comum de pigarro é o tabagismo. O fumante sofre a ação tóxica das substâncias presentes no cigarro e isso altera seu mecanismo de defesa e limpeza na garganta e vias respiratórias, gerando a necessidade constante de limpeza e os pigarros frequentes. No caso, fumantes costumam evoluir com piora do quadro, surgindo a tosse crônica e agravamento do seu quadro.  É importante ressaltar que a fumaça do cigarro pode causar pigarro tanto para o fumante como para as pessoas que convivem com ele (tabagismo passivo). Possíveis causas de pigarro - Resfriados e gripes:  podem se acompanhar de aumento da secreção (muco) resultando numa sensação de irritação na garganta e consequente pigarro. - Rinite alérgica: pode se

Rinite Alérgica e o sono

A rinite alérgica resulta da inflamação crônica e persistente da mucosa nasal. Mas, com o passar do tempo, não apenas o nariz sofre, mas a doença passa a acometer outros locais vizinhos: seios da face, olhos, ouvidos, garganta, pulmões. E assim o problema vai crescendo, surgindo infecções repetidas, quadros catarrais, acessos de tosse. A rinite pode se associar, provocar ou agravar crises de asma.  Sintomas principais da Rinite Alérgica - Espirros em salva,  - Coriza abundante e hialina (clara),  - Coceira nasal, podendo também se acompanhar de coceira em olhos, ouvidos, garganta e  - Congestão (obstrução) nasal.  Impacto da rinite sobre a qualidade de vida Nesse contexto, o sintoma que mais incomoda é a obstrução nasal, que resulta da intensa congestão e costuma piorar ao deitar, durante a noite e nas primeiras horas da manhã. Se uma narina entope, já pode ser bastante desconfortável. Mas, quando a congestão atinge ambas as cavidades do nariz, impede a respiração adequada e obriga a r

Dicas para casa no inverno

O inverno chegou derrubando as temperaturas e, com ele, chegam também as alergias, mais comuns durante a estação. Além de tirar os casacos e gorros do armário, é hora de tentar organizar a casa para tentar ajudar quem sofre com problemas respiratórios, como a asma, rinite, bronquite e outras “ites”. - As pessoas que têm algum tipo de alergia respiratória têm que tomar cuidado especial no inverno, pois há sempre um aumento de crises — explica o coordenador do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Pedro Francisco Bianchi Jr. Com o ar mais seco e frio, muitas pessoas buscam nos umidificadores de ambiente a alternativa para tornar a respiração mais confortável. Porém, o imunologista explica que eles podem favorecer os ácaros que desencadeiam crises alérgicas. Por isso, é melhor evitar esse tipo de recurso e buscar manter os ambientes da casa com ventilação natural, com janelas abertas e, se possível, com iluminação solar direta. É impresc

ANAFILAXIA POR INSETOS VENENOSOS

Os insetos venenosos (Himenópteros)  como abelhas, vespas, marimbondos e alguns tipos de formigas, têm o aparelho inoculador de veneno no ferrão, que pode c ausa r anafilaxia em pessoas alérgicas.   Como se manifesta a anafilaxia por insetos? A maioria das pessoas tem reações no local da ferroada destes insetos, como dor, vermelhidão e inchaço , que em geral desaparecem espontaneamente. Porém, as pessoas sensíveis podem desenvolver sintomas de anafilaxia , com aparecimento de : - Placas avermelhadas, coceira no corpo e não apenas no local da picada . - Sensação de mal-estar e ansiedade . - Dificuldade para respirar, sensação de que a garganta está fechada . - Dor na barriga, náusea, diarreia, incontinência urinária . - Queda da pressão arterial . - Desmaio, sensação de morte iminente e perda da consciência. É importante diferenciar da reação tóxica, que ocorre quando a pessoa recebe múltiplas ferroadas. Na anafilaxia, apenas uma ferroada pode desencadear o quadro grave

Condições climáticas do inverno são gatilhos para crise alérgica

Apesar de o inverno começar somente no próximo mês, em 21 de junho, as tardes e noites frias de outono já fazem parte do cotidiano de muitas regiões brasileiras. Até lá, a queda de temperatura será constante e, para muitos, um prenúncio de um longo período de crises alérgicas. Mas por que as condições climáticas das estações mais frias favorecem a manifestação de alergia respiratória, sobretudo, em crianças? “Temos um maior número de horas restritas no mesmo ambiente potencialmente com alérgenos, sem sol e um pouco mais de umidade. Isso pode provocar o aumento de mofo e bolor, que são alimentos para ácaros”, explica Antonio Carlos Pastorino, coordenador do Departamento Científico de Alergia na Infância e na Adolescência da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai). “Além disso, restos alimentares da família, que passa mais tempo em casa, sofás e camas, podem ajudar a proliferar os ácaros, e as crianças são as que mais permanecem na habitação em qualquer período do ano”. Seg

Dia Mundial de Conscientização do Angioedema hereditário

De 13 a 16 anos! Esse é o tempo que leva para se chegar ao diagnóstico do angioedema hereditário , doença de origem genética e com 50% dos casos podendo ser transmitidos para a prole. No maior número de casos, a doença ocorre por deficiência de um regulador (Inibidor de C1), que resulta na produção excessiva de uma molécula chamada bradicinina. Considerado raro, o angioedema hereditário atinge cerca de 1 a cada 50 mil pessoas. “Mas acreditamos que a doença seja subestimada em razão do atraso no diagnóstico”, comenta Dra. Luiza Karla Arruda, especialista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia e membro do GEBRAEH – Grupo Brasileiro de Estudos de Angioedema Hereditário. Os sintomas da doença são crises de edema ou inchaços, podendo ocorrer principalmente na pele, lábios, olhos, extremidades e genitais. Esse inchaço é bastante deformante. Outro tipo de sintoma que ocorre com certa frequência acomete os órgãos internos, no trato intestinal, com extravasamento de líquido na cavidad

Você sabe o que é refluxo laringofaríngeo?

O conteúdo ácido presente no estômago pode retornar pelo esôfago passivamente, chegar até a garganta e causar lesões e sintomas. Quando isso ocorre é denominado Refluxo Laringofaríngeo (RLF). Os sintomas e o tratamento são diferentes do refluxo que se manifesta no esôfago, cujos principais sintomas são azia e regurgitação. A melhora do RLF depende de um diagnóstico preciso e tratamento adequado. Pacientes com desconforto na garganta são surpreendidos com diagnóstico de refluxo gastroesofágico, pois boa parte não apresenta azia ou regurgitação. SINTOMAS DO REFLUXO LARINGOFARÍNGEO O refluxo laringofaríngeo pode causar inflamações ao atingir as cordas vocais provocando manifestações clínicas como: • Incômodo na garganta; • Necessidade de limpar a garganta com muita frequência (pigarro); • Tosse; • Sensação de algo preso na garganta (globus). SINTOMAS DO REFLUXO GASTRO ESOFÁGICO Apesar de possuir a mesma base fisiopatológica, o RLF é considerado diferente da DRGE clássica que possui como p