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Mostrando postagens com o rótulo Clima

Mudanças do tempo e Alergia

É comum que as pessoas que têm doenças alérgicas respiratórias associem o aparecimento de crises nos períodos de mudanças do tempo. Algumas referem até que os sintomas antecedem em horas a mudança climática. Crianças e idosos são particularmente vulneráveis às estas alterações.  Este fator pode ser tão importante nas crises a tal ponto que o doente identifica apenas neles a causa de sua doença. Algumas pessoas chegam a afirmar que são “ alérgicas à mudança do tempo ”, o que não é verdadeiro.  Na realidade, a base é a tendência genética (hereditária) para alergia, gerando um aparelho respiratório inflamado que reagirá com mais facilidade ao ser provocado pela mudança súbita climática. Ou seja, este é apenas um fator agravador da doença, mas não a causa.  Não há uma “alergia ao tempo”, mas sim uma mucosa nasal e/ou brônquica inflamada e que reagirá à irritação causada pela variação climática.  Mudanças bruscas de tempo podem piorar a asma e a rinite, por al...

Crises de asma e mudanças de tempo

    As crises de asma podem surgir por fatores variados, sendo citada pelos próprios asmáticos a influência das mudanças de tempo no surgimento de crises. Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado recentemente na revista Annals of Allergy chamou a atenção para este fato. Os autores estudaram os atendimentos realizados num Hospital de Detroit e relacionaram com fatores ambientais. No período entre Janeiro de 2004 e Dezembro de 2005 foram realizadas cerca de 25.000 consultas de crianças em crise de asma. Os pesquisadores analisaram fatores climáticos incluindo temperatura, umidade, poluentes e aeroalérgenos. Ao final relacionaram o número de atendimentos de crianças em crise de asma com os períodos de mudanças bruscas climáticas. Concluíram que as mudanças de umidade relativa do ar e de temperatura estavam ligadas a um maior número de atendimentos 1 a 2 dias após as mudanças de tempo . Ainda não se sabe o exato mecanismo envolvido. Este estudo co...

Frio e clima seco podem piorar alergia

O período de inverno se acompanha de baixas temperaturas, mudanças climáticas, o que pode influenciar pessoas alérgicas. O ar mais frio e a umidade ambiental aumentada favorecem um desenvolvimento maior de ácaros e fungos (mofos ou bolores). Além disso, outros fatores contribuem para a piora da alergia no inverno: -Menor tempo ao ar livre e maior permanência em ambientes fechados. -Mudanças bruscas de tempo são mais comuns nesta fase. -Uso de edredons, cobertores e agasalhos guardados por longo tempo. -Maior incidência de viroses, gripes e resfriados. -O ar seco e frio é um fator irritante da mucosa respiratória. Contudo, alergia é doença do ano inteiro, ou seja, merece atenção permanente. No inverno, as crises tornam-se mais freqüentes, aumentando o incômodo de quem convive com o problema. Asma A asma, também conhecida como bronquite asmática ou como bronquite alérgica, pode piorar no período do inverno. As crises se acompanham de falta de ar, cansaço, sensação de chiados no peito, se...

Asma é sempre igual?

Não, n em toda asma é igual! A asma , também chamada de bronquite asmática, bronquite alérgica ou simplesmente bronquite , manifesta-se por crises de chiado, tosse e falta de ar. No entanto, a doença pode se modificar de acordo com a causa que está envolvida na provocação das crises. Por isso, pode assumir vários padrões clínicos, tais como: - Asma por alergia a inalantes (ácaros) : é o tipo mais freqüente. As crises em geral não são intensas, mas costumam ser repetidas ou até diárias, em especial nos meses de outono e inverno. Ocorre mais em pessoas alérgicas, sendo comum a associação com a Rinite. Em geral, há história de outros casos de alergia na família e os testes cutâneos são positivos para ácaros e para poeira domiciliar. - Asma por alimentos : é mais comum em crianças pequenas, nos primeiros meses ou anos de vida, sendo o leite de vaca o mais freqüente provocador de crises. Em geral, ocorre muita secreção (catarro) tanto nos pulmões como nasal, com roncos e ruídos borbulhant...

O frio chegou: é hora de lembrar dos agasalhos guardados no armário

Com a chegada do frio, tiram-se as roupas de lã, malhas e agasalhos guardados no armário durante os meses de calor. Na hora da pressa, esquecemos dos cuidados de prevenção. Mas, a sensação nada agradável causada pelos espirros repetidos, em geral acompanhados da sensação de nariz molhado, tosse e pigarro, nos faz lembrar... Atenção: Pequenos cuidados podem evitar grandes aborrecimentos: - Evite uso de cobertores de lã e prefira edredons. Lave-os antes do uso, mesmo que não tenham cheiro de mofo. - As roupas de inverno, mesmo limpas, podem ser colocadas ao sol. Uma alternativa para evitar que desbotem é colocá-las ao vento e na sombra, para que arejem. - Casacos de couro merecem tratamento especial e nunca devem ser guardados úmidos. Existem lavanderias especializadas para isso. - Combata focos de mofo e umidade, comuns no inverno. - Mantenha atividades físicas ao ar livre durante o inverno: caminhe ou pratique um esporte. E, lembre-se: mantenha a casa arejada , janelas abertas durante ...

Inverno e frio afetam a pele

O frio já chegou e começa a se fazer sentir na pele. É comum que fique ressecada, descamativa e sujeita a alergias. Motivos? São vários: a pele fica mais ressecada no inverno, pois a camada de gordura fica prejudicada pela temperatura fria e pela ação dos ventos. Além disso, são comuns os banhos quentes e demorados, o que agrava o problema. As pessoas portadoras de doenças alérgicas, como a Dermatite Atópica, que normalmente já têm a pele mais ressecada sofrem mais neste período. O principal sintoma é a coceira, que pode se acompanhar de outras lesões, em especial na face, e nas dobras da pele, como região posterior dos joelhos, pescoço e dobras dos braços. Dicas para cuidar da pele no inverno - Use sabonetes suaves e hidratantes, evitando os esfoliantes. - Evite banhos demorados, quentes e o excesso de banhos. - Ao terminar o banho, seque com toalha macia e felpuda, sem esfregar na pele e aplique hidratante em todo o corpo. - Prefira agasalhos de moleton, flanela ou tecidos de algo...

Laringite estridulosa ou “Tosse de cachorro” Uma doença de inverno?

A laringite estridulosa é uma doença que ocorre em crianças pequenas e se apresenta com acessos de tosse rouca e forte, com ruído semelhante a um latido e por isso conhecida como “tosse de cachorro”. As crises se iniciam de forma rápida e tendem a piorar de noite, em especial na madrugada. É uma doença relativamente comum e nem sempre se sabe a causa específica. A laringe incha e inflama, sua musculatura se contrai (como se fosse uma "caimbra"), obstruindo a passagem de ar e emitindo um ruído na inspiração. Este ruído parace um ronco, embora mais agudo e corresponde ao som da tentativa de “puxar” o ar. É conhecida por outros nomes, como: “ laringite sufocante ”, “ laringite sub glótica ” ou como “ falso crupe ”. A laringite estridulosa não costuma se acompanhar de febre ou de sinais que indicariam seu começo. O início é súbito. Não é raro que a criança vá se deitar bem e acorde no meio da noite, com o acesso da tosse - forte e rouca. A tosse que assusta toda a família pela in...

Mudanças de Tempo e Alergia

Ontem no Rio de Janeiro os termômetros marcavam 33ºC, o dia estava abafado e com sol. Ho je, a temperatura baixou para 21º, venta e chove. Quem aguenta? Não é nova a idéia de relacionar alterações de saúde com o tempo, com a época do ano ou mesmo com fases da lua. A humanidade, desde tempos antigos, tende a associar certas condições meteorológicas com doenças. Por exemplo, não é raro que portadores de doenças reumáticas reclamem de piora da dor nos períodos de frio e umidade ambiental. A conexão entre o clima e a saúde nem sempre é fácil de se observar e hoje já existe uma área de estudo denominada Biometeorologia ou Bioclimatologia. Trata-se de uma entidade multidisciplinar dedicada ao estudo da influência das condições climáticas sobre os organismos vivos, incluindo o ser humano. No campo das doenças respiratórias alérgicas, em especial a Asma (ou bronquite alérgica) e a Rinite, é comum que pessoas associem o aparecimento de sintomas com fatores metereológicos, pois observam que su...

O inverno chegou: e a alergia, como fica?

As alergias respiratórias, em especial a asma e a rinite, podem acometer crianças e adultos e são importantes causas de consulta aos médicos no período de inverno. Por que a alergia respiratória tende a piorar no inverno? O Brasil é um país imenso e por isso o inverno não é similar em suas regiões. Nem sempre se verica um frio intenso, mas mesmo nos locas mais quentes, este período se acompanha de temperaturas mais baixas e mudanças bruscas da temperatura ambiental. O ar mais frio e a umidade ambiental aumentada favorecem um desenvolvimento maior de ácaros e fungos (mofos ou bolores). Outros fatores contribuem para a piora no inverno: -Menor tempo ao ar livre e maior permanência em lugares fechados. -Mudanças bruscas de tempo são mais comuns nesta fase. -Uso de edredons, cobertores e agasalhos guardados por longo tempo. -Maior incidência de viroses, gripes e resfriados. -Poluição aumentada no inverno. Por que a poluição piora no inverno? O inverno se acompanha de diminução na quantidad...

Alergias da pele no verão

Verão é sinônimo de calor, sol, praia e vida ao ar livre! No entanto, ao mesmo tempo, é um período que pode se acompanhar de suor, coceiras, irritações e alergias da pele. Por isso, é muito importante conhecer quais são e como combatê-las! Estas alergias podem aumentar no verão porque o clima e as férias escolares convidam para uma vida ao ar livre, sendo comuns as viagens para o campo, praias, serras. Seja qual for o destino, é maior a exposição ao sol, a sudorese aumenta e a pele tende a se ressecar. Por isso, verão também pode ser sinônimo de brotoejas, coceiras, assaduras, micoses, que embora não sejam alérgicas também incomodam muito, tanto crianças como adultos. Alergia a picada de insetos É conhecida pelos médicos com o nome de “estrófulo” e constitui uma das formas de alergia mais freqüente no verão, sendo mais comum nas crianças. Aparece sob forma de feridinhas em forma de caroço no local da picada do Inseto, que depois se espalham pelo corpo. Em alguns casos, essas feridinha...