Pular para o conteúdo principal

Travesseiros - dormindo com o inimigo

Segundo o IBGE, tomando por base 70 anos de idade, passamos cerca de 23 anos da nossa vida na cama, dormindo. E durante o sono, ficamos com o rosto em contato direto com o travesseiro.  Por isso, é muito importante entender este companheiro de tantos sonhos...

É uma sensação agradável, recostar cabeça e dormir, com a sensação de uma fronha limpinha e cheirosa.  Mas, a realidade é bem diferente: um travesseiro pode acumular com o tempo muitas substâncias, como por exemplo: saliva, secreções, suor, descamações de pele, entre outros.

Além disso, os ácaros se acumulam em seu interior. Calcula-se que um travesseiro usado por 6 meses a um ano contém cerca de 300 mil ácaros vivos, mortos e suas fezes.  

É ou não é verdade afirmar que dormimos com o inimigo?


Como cuidar do seu travesseiro:

- Usar capas impermeáveis antiácaros e lavá-las periodicamente, segundo instruções do fabricante.

- Escolher travesseiros de espuma inteiriça, se não for alérgico ao látex. Evitar travesseiros com plumas, penas ou ervas.

- Não dormir de cabelo molhado

 


Cuidados gerais com a casa
:

Manter o ambiente arejado: a entrada de luz solar é importante.

Limpeza diária com pano úmido.

Atenção especial ao quarto de dormir, lavar roupas de cama semanalmente.

Encapar colchões com material impermeável e fechado.

Corrigir focos de umidade, infiltrações nas paredes e mofo.

Não fumar e não permitir que fumem em casa.

Evitar produtos com odores ativos: materiais para limpeza, sachês, perfumadores e outros.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pitiríase rósea

É uma doença conhecida desde 1860, quando foi descrita por Camille M. Gibert, sendo conhecida também como Pitiríase rósea de Gibert. Não se conhece exatamente a causa, mas parece que a hipótese mais viável é que seja ocasionada por vírus, como por exemplo, o vírus do herpes. Mas, é possível que dependa de uma tendência genética do indivíduo, o que seria um facilitador do aparecimento da doença. Questiona-se também outros mecanismos, envolvendo alguns tipos de medicamentos, autoimune, associação com outras doenças, etc. Fatores psicológicos ou estresse podem facilitar o aparecimento da doença, assim como alterações da imunidade e gravidez. Não é contagiosa. É mais comum em adultos, acometendo mulheres e homens, sendo rara em crianças pequenas e em idosos, ocorrendo preferencialmente na primavera e no outono. O maior problema é que sua evolução pode ser prolongada e durar de semanas a meses, assustando o doente. Em alguns casos pode recidivar, mas não é comum que aconteça Quadro c...

Entendendo como os medicamentos controlam e previnem a asma

Atualmente, existem dois principais tipos de medicamentos considerados efetivos para o tratamento da asma: as chamadas medicações de “controle” de uso prolongado e aquelas para o “alívio” rápido dos sintomas . O tipo de medicação necessária e as suas respectivas doses dependerão de uma avaliação inicial da gravidade de sua doença. O tratamento moderno da asma baseia-se numa estratégia gradual, tipo passo a passo: quando sua asma estiver pior, você poderá aumentar a dose do medicamento ou modificar o tratamento. Quando houver melhora, na maioria das vezes você poderá reduzir a dose ou retornar à medicação anteriormente utilizada. Porém, é importante que você sempre consulte seu médico antes de modificar o medicamento prescrito. Os medicamentos de controle de uso prolongado são preventivos e devem ser tomados diariamente. Eles auxiliam você a alcançar e manter o controle de seus sintomas de asma. Como exemplos temos: · Antileucotrienos (Singulair) · Corticoesteróides inalatórios (Pulmico...

Alergia à camisinha – quem responde é o especialista

Camisinha pode causar alergia? Sim. Algumas pessoas podem desenvolver alergia ao uso de camisinha, sendo a causa mais comum o látex, ou seja, a borracha de que é feito o preservativo. Além disso, podem causar alergia: pigmentos (usados para dar cor), aromatizantes (que dão sabor), espermicidas e lubrificantes. Como posso saber se tenho alergia à camisinha? As reações mais comuns são: coceira, vermelhidão, inchaço e até pequenas feridas na região da vagina ou do pênis. As reações podem aparecer durante ou logo após o uso da camisinha. O que fazer se não posso usar camisinha? O primeiro passo é tentar usar uma camisinha simples, seca, sem pigmentos, lubrificantes, etc. Outra opção é trocar a marca da camisinha pois a sensibilidade pode resultar de outras substâncias usadas na sua manufatura. Se o incômodo persistir, pode-se usar camisinhas sem látex, feitas com poliuretano ou com pele de animais. Infelizmente são bem mais caras e nem sempre fáceis de encontrar. .A camisinha...