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“Diga-me como respiras e dir-te-ei quem és”

A maneira de respirar pode ser uma forma de externar sentimentos. Vejam alguns exemplos:

Respiração profunda e nasal: dá um timbre agradável à voz, sonoridade, facilitando a fluência e expressando tranqüilidade.

Respiração nasal, com dificuldade: pode resultar de alergia respiratória ou gripe, mas prejudica a fluência e merece tratamento.

Respiração “curta”: parece um soluço, interferindo na fluência e transmitindo insegurança.

Respiração ofegante: demonstra cansaço, ansiedade ou medo.

Respiração bucal: pode ser decorrente de rinite, mas demonstra “cara de bobo” ou de distração e desatenção ao diálogo.

Pigarro: pode refletir problema de alergia ou um “tique”, transmitindo hesitação e embaraço.

Suspiros: demonstra desatenção e pensamento absorto, parecendo que está sonhando com algo distante.

Respiração “entre os dentes”: expressa aflição, sensação de frio.



“O Ministério da Saúde adverte: “Respirar faz bem à saúde”
(apesar da poluição).


Vamos aprender a respirar: Fique atento ao acordar pela manhã: coloque a mão na barriga, sinta sua respiração. Durante o sono, geralmente temos uma respiração diafragmática e correta. Vamos tentar respirar desta forma durante o dia. Você verá os benefícios: mais calma e mais "pique".


Adaptado da Revista Vencer: fonoaudióloga Sônia Corazza

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