Pular para o conteúdo principal

O frio chegou: é hora de lembrar dos agasalhos guardados no armário




Com a chegada do frio, tiram-se as roupas de lã, malhas e agasalhos guardados no armário durante os meses de calor.

Na hora da pressa, esquecemos dos cuidados de prevenção. Mas, a sensação nada agradável causada pelos espirros repetidos, em geral acompanhados da sensação de nariz molhado, tosse e pigarro, nos faz lembrar...

Atenção:

Pequenos cuidados podem evitar grandes aborrecimentos:


- Evite uso de cobertores de lã e prefira edredons. Lave-os antes do uso, mesmo que não tenham cheiro de mofo.

- As roupas de inverno, mesmo limpas, podem ser colocadas ao sol.

Uma alternativa para evitar que desbotem é colocá-las ao vento e na sombra, para que arejem.

- Casacos de couro merecem tratamento especial e nunca devem ser guardados úmidos. Existem lavanderias especializadas para isso.

- Combata focos de mofo e umidade, comuns no inverno.

- Mantenha atividades físicas ao ar livre durante o inverno: caminhe ou pratique um esporte.

E, lembre-se: mantenha a casa arejada, janelas abertas durante o dia, mesmo nos dias frios. Ambientes fechados tendem a ser mais úmidos, favorecendo ácaros e mofos.





Comentários

  1. Maravilhoso - hilário.
    Alergico também é alegre;-)

    ResponderExcluir
  2. Meg: essa é a função do nosso Blog: lutar por uma vida saudável (e feliz) aos alérgicos. Obrigado pela visita e volte sempre ao Blog da Alergia.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

"Os comentários publicados sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. Os autores deste blog reservam-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgarem ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou sem a devida identificação de seu autor também poderão ser excluídos".

Postagens mais visitadas deste blog

Pitiríase rósea

É uma doença conhecida desde 1860, quando foi descrita por Camille M. Gibert, sendo conhecida também como Pitiríase rósea de Gibert. Não se conhece exatamente a causa, mas parece que a hipótese mais viável é que seja ocasionada por vírus, como por exemplo, o vírus do herpes. Mas, é possível que dependa de uma tendência genética do indivíduo, o que seria um facilitador do aparecimento da doença. Questiona-se também outros mecanismos, envolvendo alguns tipos de medicamentos, autoimune, associação com outras doenças, etc. Fatores psicológicos ou estresse podem facilitar o aparecimento da doença, assim como alterações da imunidade e gravidez. Não é contagiosa. É mais comum em adultos, acometendo mulheres e homens, sendo rara em crianças pequenas e em idosos, ocorrendo preferencialmente na primavera e no outono. O maior problema é que sua evolução pode ser prolongada e durar de semanas a meses, assustando o doente. Em alguns casos pode recidivar, mas não é comum que aconteça Quadro c...

Alergia à camisinha – quem responde é o especialista

Camisinha pode causar alergia? Sim. Algumas pessoas podem desenvolver alergia ao uso de camisinha, sendo a causa mais comum o látex, ou seja, a borracha de que é feito o preservativo. Além disso, podem causar alergia: pigmentos (usados para dar cor), aromatizantes (que dão sabor), espermicidas e lubrificantes. Como posso saber se tenho alergia à camisinha? As reações mais comuns são: coceira, vermelhidão, inchaço e até pequenas feridas na região da vagina ou do pênis. As reações podem aparecer durante ou logo após o uso da camisinha. O que fazer se não posso usar camisinha? O primeiro passo é tentar usar uma camisinha simples, seca, sem pigmentos, lubrificantes, etc. Outra opção é trocar a marca da camisinha pois a sensibilidade pode resultar de outras substâncias usadas na sua manufatura. Se o incômodo persistir, pode-se usar camisinhas sem látex, feitas com poliuretano ou com pele de animais. Infelizmente são bem mais caras e nem sempre fáceis de encontrar. .A camisinha...

Entendendo como os medicamentos controlam e previnem a asma

Atualmente, existem dois principais tipos de medicamentos considerados efetivos para o tratamento da asma: as chamadas medicações de “controle” de uso prolongado e aquelas para o “alívio” rápido dos sintomas . O tipo de medicação necessária e as suas respectivas doses dependerão de uma avaliação inicial da gravidade de sua doença. O tratamento moderno da asma baseia-se numa estratégia gradual, tipo passo a passo: quando sua asma estiver pior, você poderá aumentar a dose do medicamento ou modificar o tratamento. Quando houver melhora, na maioria das vezes você poderá reduzir a dose ou retornar à medicação anteriormente utilizada. Porém, é importante que você sempre consulte seu médico antes de modificar o medicamento prescrito. Os medicamentos de controle de uso prolongado são preventivos e devem ser tomados diariamente. Eles auxiliam você a alcançar e manter o controle de seus sintomas de asma. Como exemplos temos: · Antileucotrienos (Singulair) · Corticoesteróides inalatórios (Pulmico...