30 Janeiro 2010

Alergista Virtual

 
A Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia (AAAAI) disponibiliza em seu site um "alergista virtual", com objetivo de ajudar as pessoas alérgicas a entender seus sintomas e assim facilitar a consulta com seu médico.

É uma pena que seja em ingles, mas é simples, útil e interessante. 

Experimente: basta clicar com o mouse na área do corpo humano onde seus sintomas se localizam. Caso prefira, pode clicar diretamente na lista à esquerda da figura.


Vamos lá: 
Conheça o Alergista Virtual

28 Janeiro 2010

15 dicas para imunizar sua casa contra alergias

Cerca de 30% da população sofre algum tipo de alergia, de acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). Só a asma, por exemplo, é responsável anualmente por 400 mil internações e 2 mil mortes no Brasil. Portanto, quem sofre com as doenças alérgicas, em especial as respiratórias, deve colocar em prática cuidados simples em casa para evitar crises.

Confira as dicas da ASBAI:

1) Mantenha a casa sempre ventilada e limpa. Guarde roupas e objetos nos armários, tornando a limpeza mais fácil e rápida.

2) Use um pano úmido para tirar o pó antes que se disperse. Utilize máscara e luvas durante o processo.

3) Prefira um aspirador de pó que tenha filtro Hepa (High Efficiency Particulate Arrestance). Reduz os elementos alérgenos transportados pelo ar, prendendo ácaros e outras partículas.

4) Nunca use espanador para retirar o pó, porque apenas o espalha.

5) Remova o carpete. Se não for possível, prefira os baixos em vez dos felpudos, já que acumulam menos pó.

6) Forre travesseiros e colchões com protetores herméticos de plástico ou vinil, que são impermeáveis aos alérgenos, porque contêm material fibroso, ideal para o crescimento dos ácaros.

7) Lave as roupas de cama com água quente semanalmente.

8) Remova velas do quarto, especialmente as de essências, que podem liberar substâncias irritantes ou prejudiciais.

9)Quando for tomar banho, abra uma janela com o intuito de reduzir a umidade. Os ácaros gostam de locais quentes e úmidos.

10) Evite bichos de pelúcia. Se os tiver, lave-os semanalmente e guarde-os, de preferência, longe da cama.

11) Risque da lista estofados, cortinas e cobertores de lã. Edredom é uma boa aposta.

12) Nada de animais de pelos ou penas dentro de casa. Caso isso não seja possível, banhe-os uma vez por semana.

13) Não utilize produtos com cheiro forte, como removedores, lustra-móveis, desinfetantes e inseticidas, assim como perfumes.

14) Não fume e não permita que fumem dentro de casa.

15) Combata a umidade excessiva e focos de mofo.

Visite o site da ASBAI 
Autoria: Patrícia Zwipp - Portal Terra

27 Janeiro 2010

Ataques de abelhas

colméiaDurante o verão, estação mais quente do ano, os incidentes relacionados a ataques de insetos tendem a aumentar, em especial no que diz respeito a abelhas e marimbondos.

Dados recentes informam que em 2010 ocorreu um aumento de aproximadamente 135% no índice de abelhas e 300% no de marimbondos no Espírito Santo.

Para evitar problemas, são recomendados alguns cuidados:

- Use roupas claras, pois as escuras atraem abelhas;

- Evite movimentos bruscos e excessivos quando próximo a colméias;

- Não grite, pois as abelhas são atraídas por ruídos, principalmente os agudos;

- Evite operar qualquer máquina barulhenta próximo a colméias;

- Examine a área de trabalho antes de usar equipamentos motorizados;

- Ensine as crianças a se precaverem e não molestarem as abelhas;

- Diante de um enxame de abelhas a pessoa deve correr em zigue-zague, pois os insetos deslocam-se juntos em linha reta;

- Se for atacado, proteja das picadas o pescoço e o rosto, com a ajuda de uma camisa ou outra vestimenta;

- Pergunte ao seu médico sobre o que fazer caso você seja alérgico a picadas;

- Pessoas alérgicas a picada de insetos devem evitar caminhadas em áreas de mata, pois para quem é sensível ao veneno da abelha, apenas uma picada pode ser suficiente para gerar um choque anafilático.

Fonte: Gazeta On line

25 Janeiro 2010

Curiosidade: Robôs para prevenir a alergia




            A japonesa da foto não está escolhendo lustres para casa. As bolas são na verdade "robôs-pólen", criados no Japão para medir os níveis de pólen no ar e prevenir ataques de alergia no país.

             Com dois LEDs como olhos, os robôs acusam os diferentes níveis da substância brilhando em várias cores. Devem ser colocados em quintais ou playgrouns para enviar seus relatos que incluem temperatura, umidade e pressão atmosferica. 

Fonte: O Globo, Caderno Digital, pagina 5 (25/01/2010)

24 Janeiro 2010

Alergia não tira férias, mas não pode atrapalhar sua viagem


sol de verão
Os meses de Janeiro e Fevereiro são considerados de alta temporada no Brasil pois muitas pessoas aproveitam as férias escolares e o calor do verão para viajar. Os alérgicos, sejam crianças ou adultos, não devem ser descuidar dos cuidados para que possam passar férias agradáveis e livres da alergia.


Como se preparar para uma viagem:

- Ao escolher o local de destino, procure saber as condições de clima, tipo de hospedagem e hábitos do local. Informe-se também se seu seguro saúde oferece atendimento nesse local no caso de uma situação de emergência.

- Marque uma consulta com o alergista antes da viagem

- Mantenha o uso da medicação preventiva e calcule a quantidade certa para o período da viagem. Evite uma surpresa desagradável caso o remédio acabe e não o encontre nas farmácias locais.

- Leve a medicação aliviadora orientada pelo seu alergista. Peça a ele que o oriente sobre como agir no caso de ter uma crise.

- Se for viajar de carro, ao fazer a revisão, aproveite para uma boa limpeza e higiene dos carpetes, estofados e ar condicionado do veículo. O tempo passado dentro do automóvel costuma ser longo.

- Leve sua vacina acondicionada em caixa de isopor ou bolsa térmica, com gelo – de preferência do tipo reciclável para não criar umidade e guarde em geladeira assim que chegar ao destino.

- Evite situações de risco. Por exemplo, se é alérgico a alimentos, informe-se sobre os ingredientes das refeições que fizer. Se for alérgico à picada de abelhas, pense duas vezes antes de se embrenhar dentro do mato e se for fazê-lo siga a recomendação do seu médico.


22 Janeiro 2010

Iodo não é a causa da alergia ao camarão





                                         Deu no New York Times


Lendo Jornal


As alergias a camarão e frutos do mar representam a forma mais comum de intolerância alimentar do organismo em adultos, afetando cerca de 2% a 3% dos americanos. No entanto, os mitos sobre a doença são muitos.

O engano mais difundido talvez seja o de que a alergia a crustáceos em particular, que corresponde à maioria das alergias a frutos do mar, é causada por uma intolerância ao iodo. Como resultado, muitos pacientes que aparecem em hospitais para tomografias computadorizadas ou outros procedimentos de imagem por raio X, que usem contrastes com iodo, se preocupam com reações alérgicas severas.


Trata-se de um mito: a alergia é causada por proteínas do animal, não pelo iodo.

Mas pesquisadores descobriram que o mito persiste ao menos em parte por causa de médicos que ajudam a propagá-lo. Segundo o estudo, a crença é tão forte que cerca de 70% dos radiologistas e cardiologistas questionados afirmaram que perguntam regularmente aos pacientes se eles têm alguma alergia a frutos do mar antes de administrar meios de contraste para os procedimentos, sendo que 40% deles disseram que não usariam o contraste em pacientes que respondessem sim.

Na verdade, o risco geral de uma reação adversa a meios de contraste varia de 0,2% a 17% (dependendo de diversos fatores), com reações graves sendo extremamente raras. No entanto, estudos demonstram que uma alergia de qualquer tipo, seja asma, alergia a frutos do mar ou a qualquer outro alimento, aumenta o risco na mesma proporção. No fim das contas, não mais que 15% dos pacientes com alergia a frutos do mar sofrem alguma reação.

Tradução: Amy Traduções
Fonte: New York Times (portal Terra)


20 Janeiro 2010

Casas de veraneio e as alergias





Viajar para uma casa de veraneio é sonho de muita gente. Mas, o sonho pode se transformar num pesadelo. Estas casas costumam ficar fechadas longo tempo, podendo se tornar verdadeiros focos de umidade, mofo, ácaros e facilitar o aparecimento de crises de asma e rinite. Por isso, se uma pessoa é alérgica, é importante cuidar da casa e tomar precauções para aproveitar o passeio.

A equipe do blog da Alergia selecionou algumas dicas:

-Providencie uma faxina antes das férias e depois faça uma conservação diária:
-Limpeza com pano úmido, sem vassouras ou espanadores.
-Não use produtos de limpeza com cheiro ativo. Prefira pastas, sabões e álcool.
-Evite desodorizantes de ambientes, "sachets", incensos, inseticidas em spray ou espiral.
-Combata focos de mofo, baratas, infiltração e umidade.
-Coloque colchões ao sol
-Lave as capas de almofadas, lençóis, fronhas, edredons e roupas de banho
-Não use travesseiros guardados, mesmo que não tenham cheiro de mofo.
-Traga seu próprio travesseiro e encape com plástico ou com capas impermeáveis anti-ácaros.
-Traga um plástico (ou protetores impermeáveis) para cobrir os colchões

Sala

-Retire o excesso de móveis e enfeites.
-Estofados devem ser de plástico, couro ou vinil.
-Estantes com portas de vidro ou compartimentos fechados.
-Piso: frios cerâmicos, mármore, forração plástica ou em madeira.
-Prefira persianas ou cortinas curtas, com tecidos leves que facilitem a lavagem.
-Não use almofadões. Se já os tiver, faça forros com zíper e lave periodicamente.

Quarto

-Mantenha o dormitório arejado.
-Use colchões e travesseiros de espuma (evite penas)
-Encape com plástico, napa ou com capas antialérgicas.
-Evite camas tipo "baú", com gavetões, prateleiras ou do tipo beliche.
-O alérgico não deve dormir em colchonetes no chão

Cozinha

-Limpe com sabão, saponáceos em pó ou detergentes.
-Retire restos de comida que caem no chão devem ser limpos de imediato.
-Armários com portas:protegem contra poeira e facilitam a limpeza.
-Mantenha seco embaixo de pias e conserte vazamentos.
-Ralos devem ser mantidos tampados.

Banheiro

-Limpeza feita com sabão, saponáceo em pó ou detergente.
-Lave as cortinas de plásticos, box do chuveiro e azulejos.
-Lave tapetes, incluindo do box do chuveiro.
-Evite acúmulo de objetos na bancada da pia para facilitar a limpeza.
-Seque as toalhas ao sol ou na área de serviço, para evitar umidade.



Lembre-se:


Caminhe, exercite-se, alimente-se de maneira saudável.

Pratique o esporte que você gosta.

Estimule as crianças a brincar livremente:
andar de bicicleta, jogar bola, nadar, passear ao ar livre.


Sorrindo 2 A alergia não pode se tornar um impedimento para uma vida saudável!


16 Janeiro 2010

Alergia não é mais uma doença de criança




Na década de 60, a grande maioria dos pacientes com sintomas de alergia respiratória era constituida por crianças. O tratamento da asma e da rinite era incipiente e incluia: banho frio, natação, medidas para controle da poeira de casa, remédios à base de efedrina e vacinas com extratos da poeira de casa. O resultado desta terapêutica era satisfatório, mas insuficiente e muitos sofriam com a doença.

A partir da década de 70 tudo começou a mudar: os ácaros foram descobertos como o elemento sensibilizante da poeira domiciliar e as vacinas (imunoterapia) se tormaram mais específicas, com reflexos positivos no tratamento das alergias respiratórias. O surgimento dos sprays de cortisona dosificados em microgramas e depois em terapias combinadas veio mudar o panorama, transformando a asma e a rinite em doenças quase “domesticadas”.

Outras manifestações alérgicas, na pele e no aparelho gastrointestinal, corriam em paralelo com os casos de asma e rinite, com significativa dificuldade no seu equacionamento. Uma nova revolução terapêutica surgiu com os cremes e pomadas de cortisona para tratamento da dermatite atópica (eczema infantil). A alergia ao leite de vaca foi melhor equacionada, cresceu o estímulo ao aleitamento materno, ao mesmo tempo em que surgiram fórmulas lácteas adaptadas e fórmulas com soja, melhorando o prognóstico das alergias gastrintestinais.

Mas, curiosamente, os livros e publicações sobre alergia se limitavam às crianças e adultos, referindo, quando muito, os idosos até os 60 anos. A alergia era muitas vezes conhecida como uma “doença infantil”. Esta mentalidade se modificou progressivamente, na medida em que a perspectiva de vida se expandiu. Com isso, os processos alérgicos galgaram novas posições etárias e pessoas com 70, 80 e até 90 anos passaram a constituir um importante contingente de pacientes com alergia.

Paralelamente, ocorreu um grande progresso em remédios e recursos na medicina, que contribuiram para a melhora da qualidade de vida, mas se refletiu em um aumento nas reações alérgicas a medicamentos, constituindo um novo ramo de atuação do alergista.
Reações medicamentosas (alérgicas ou não), podem acometer qualquer órgão ou sistema do organismo, mas na alergia predominam as manifestações cutâneas, desde urticárias até farmacodermias graves e potencialmente fatais. Infelizmente neste campo a ajuda de exames laboratoriais e testes ainda é insuficiente para a apuração diagnóstica, restando ao alergista experiente o papel de investigador na busca do medicamento suspeito.

idosaHoje, a alergia no idoso é um importante campo de atuação para médicos alergistas.E, o mais importante: idosos pedem uma atenção especial pois, além da alergia trazem uma bagagem respeitável de outras doenças – cardiovasculares, gastrointestinais, respiratórias, endócrinas, entre outras, complicando a manifestação clínica.

O médico especialista em alergia acompanha seus pacientes em qualquer idade, da criança ao idoso e atua como um “clínico geral especializado” face à multiplicidade dos processos alérgicos.



15 Janeiro 2010

Novo endereço





Comunicamos a todos
que  o
Blog da Alergia 
agora tem 2 endereços:


o tradicional:



e
saindo do forno:



13 Janeiro 2010

É mais feliz quem respira pelo nariz




A rinite alérgica é uma doença pouco valorizada, muitas vezes confundida com gripes e resfriados. Mas, engana-se quem pensa que a rinite é uma doença sem importância! Na verdade, os sintomas nasais repetidos podem prejudicar a qualidade de vida, seja na criança ou no adulto. Com o passar do tempo, não apenas o nariz sofre, mas a doença passa a acometer outros locais vizinhos: seios da face, olhos, ouvidos, garganta, pulmões. E assim o problema vai crescendo...

Este livro foi escrito pela equipe da Clínica de Alergia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro com informações atualizadas sobre a Rinite Alérgica para que todos, adultos e crianças, possam superar a alergia e ter uma vida saudável.

 Para fazer o download gratuito do livro, acesse o site da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia - regional Rio de Janeiro (ASBAI - RJ)

10 Janeiro 2010

A alergia e os ouvidos



Os processos alérgicos nos ouvidos podem ocorrer na parte externa (pavilhão auricular e conduto auditivo)ou nas estruturas internas do ouvido (ouvido médio).

Alergia no pavilhão auricular (na orelha)

A alergia mais comum que ocorre nas orelhas a dermatite de contato, que pode ser causada pelos remédios usados sob a forma de gotas otológicas ou pelo contato com brincos.

Alergia no Conduto Auditivo 

Neste caso, a dermatite seborreica é uma causa frequente de eczema no conduto auditivo. É mais raro o eczema neste local causado pela dermatite atópica. Em alguns casos, pode ocorrer contaminação por fungos, complicando o problema.

Otite Externa: é a inflamação do canal auditivo externo e da região auricular. Geralmente não é associada à alergia, mas sim a germes ( bactérias, fungos). Ë mais comum no verão, já que um fator bastante comum é a umidade (mar, piscina, banhos) sendo conhecida como “otite dos nadadores”. Pode ser facilitada também por outros motivos, como por exemplo o ato de coçar ouvidos com objetos como tampas de canetas, grampos, etc.
O sintoma mais característico da otite externa é a dor, mas podem ocorrer também: coceira e presença de secreção.

Alergia no Ouvido médio

Otite Média: é a inflamação do ouvido médio que pode ocorrer associada a resfriados, gripes e outras infecções respiratórias. É mais comum em crianças, mas também pode ocorrer em adultos.


Otite Média Serosa: acompanha-se de acúmulo de líquido no ouvido médio em decorrência de uma otite média aguda não totalmente curada ou de uma obstrução da tuba auditiva .



Trata-se da forma mais frequente da alergia afetar os ouvidos, em especial nas crianças pequenas, pois possuem tubas auditivas pequenas e horizontalizadas, sendo facilmente obstruídas pela secreção proveniente de reações alérgicas, aumento de volume das adenóides ou inflamação do nariz e da garganta.
Por isso, a otite média serosa se associa frequentemente com a rinite alérgica: a repetição dos quadros catarrais pode obstruir o conduto que liga o ouvido às cavidades nasais.

A otite média serosa se manifesta com dor nos ouvidos e às vezes acompanhada de febre, sendo que a febre é mais comum em crianças pequenas ou quando já existe uma infecção associada. Nos adultos, pode passar desapercebida ou causar estalos e zumbidos.

O problema é que nem sempre a doença tem manifestações clínicas, Não sendo reconhecida, pode ocasionar problemas no desenvolvimento infantil e alteração da audição. A privação sensorial, por sua vez, pode afetar a percepção da fala, prejudicando a linguagem e o aprendizado nas crianças.

Como controlar as otites alérgicas

O grande problema no controle da otite média serosa é saber qual o papel da alergia em determinados casos.

É importante chamar a atenção para a associação com a rinite alérgica.Neste caso, a imunoterapia (vacina para alergia), o controle amnbiental e o tratamento dos sintomas nasais constituem a base para o sucesso no controle dos sintomas nos ouvidos.

O tratamento das otites repetidas deve ser feito de preferência nintegrando o alergista e o otorrinolaringologista, para que possa obter sucesso.

Dicas finais:

- Se você é portador de rinite, trate adequadamente.

- O controle ambiental é fundamental, em especial no dormitório do alérgico.

- A coceira nos ouvidos é um sintoma que acompanha a rinite alérgica, assim como a coceira do nariz, olhos e garganta. Procure seu alergista. Evite cotonetes. - Não use objetos para coçar os ouvidos.

- Trate a secreção nasal para evitar que ocorra obstrução da tuba auditiva.

- O uso de protetores nos ouvidos durante natação pode ser útil.

- Não amamente com a criança deitada. Mamadeiras durante a noite são proibidas. O ideal é deitar pelo menos uma hora após mamar.

- Observe se a criança ouve bem: se aumenta o volume da televisão, se pede sempre para repetir o que foi dito, ou mesmo se reclama que não escuta bem. Se suspeitar, leve ao otorrino.

- Se surgir dor em ouvidos, procure atendimento médico. Evite a automedicação.

- Não deixe de vacinar anualmente contra a gripe.


06 Janeiro 2010





Caros Amigos



O Blog da Alergia participou no dia 04/11/2010 da entrevista: 51 perguntas para um blogger, uma coluna semanal do Pensieri e Parole.


Cliquem no link, leiam a entrevista e aproveitem para conhecer o blog da Meire, que tem dicas interessantíssimas.



02 Janeiro 2010

Resoluções e desejos para 2010




Todo ano, as mesmas promessas: emagrecer, entrar numa academia, aprender uma nova língua, viajar, etc. nem sempre fáceis de cumprir.

2010 será o ano do pulmão E, como falar de pulmão, sem falar de alergia? Será uma boa oportunidade para conhecer melhor as alergias respiratórias. Que 2010 seja não apenas o ano do pulmão, mas sim o ano da respiração: é preciso enxergar as vias respiratórias de forma integrada e combater a alergia para se obter sucesso no tratamento.

Assim, aproveitamos para sugerir algumas resoluções para 2010, relacionadas à alergia, para começar bem o ano. Vamos lá:

- Fazer um tratamento adequado, não se automedicar, não repetir receitas antigas, ou mesmo tomar aquele remédio que “deu certo” para outras pessoas.

- Tratar de maneira contínua e não apenas nas crises.

- E, o mais importante, conscientizar que tratar não se resume ao uso de remédios.

- Que tal renovar na casa? Retire o excesso de objetos, encape travesseiros e colchões, combata focos de umidade, modifique seus hábitos priorizando o combate aos ácaros e a outros agravantes da alergia que se encontram em nossos domicílios.

- E as alergias da pele? O verão e o calor prometem... É hora de cultivar bons hábitos. Alimentar-se bem, usar hidratante e protetor solar sem reclamar podem ser resoluções simples e eficazes para proteção de sua pele.

E os desejos para o novo ano?

É fácil adivinhar: o desejo mais votado é ter saúde. Que 2010 seja uma oportunidade de reduzir a distância entre os médicos e seus pacientes.

- Que o Ministério Público Federal dê atenção aos direitos do cidadão, sobretudo aos alérgicos. E que seja a continuação da luta da ASBAI neste caminho.

- Que se consiga efetivamente um tratamento digno para asma e alergia com medicação acessível na rede pública em todo o Brasil, deseja a ABRA

- Que, em 2010, todos se envolvam e acompanhem a política nacional das mudanças climáticas! São os desejos de Maria Alérgica

- Um ano mais saudável, com menos poluição e menos qualquer coisa que ameace a saúde e provoque alergias. Deseja o site Todo Alergias

- Que se curem as doenças e se distribuam vacinas e medicamentos necessários às pessoas que deles têm falta! Deseja o Criancices

- Que o Dia de Prevenção às Alergias seja todos os dias, educando pacientes, médicos, professores, empregadores, legisladores, enfim, toda a comunidade. ASBAI setor da comunidade - Rio de Janeiro

E qual seria o desejo da equipe do Blog da Alergia? Que tudo isso (e muito mais) se torne realidade.Que todos os dias, semanas e meses sejam uma oportunidade para que os alérgicos (crianças ou adultos) conquistem sua merecida qualidade de vida.
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