25 Outubro 2009

Alergia e perfume: fato ou tabu? Respondendo ao leitor

Eu tenho um problema sério com perfumes e cheiro. Se eu fico ao lado de alguém usando um perfume forte, começo a espirrar, tusso, sinto falta de ar, meus olhos ficam muito vermelho, o que me deixa muito envergonhada. Gostaria de saber se sou alérgica a perfumes.
Obrigada, Marília.
Cara Marília.

Antes de responder sua pergunta, gostaria de explicar que são duas situações diferentes:

1) A alergia ao perfume ocorre na pele no local onde se aplicou o produto, sendo conhecida como alergia de contato ou como dermatite de contato.

2) Perfumes e odores ativos podem ser irritantes ao aparelho respiratório e provocar sintomas respiratórios, mesmo que a pessoa não seja alérgica a eles.

Então, vamos explicar cada uma destas situações:


1) DERMATITE DE CONTATO ou ALERGIA DE CONTATO

As fragrâncias perfumadas podem ser encontradas em muitos produtos, desde perfumes propriamente ditos como também em águas de colônia, lavandas, desodorantes, loções após a barba, hidratantes, protetores solares, bronzeadores, cremes e loções corporais, óleos, essências, maquiagem, depilatórios e muitos outros produtos.

Mesmo os produtos anunciados como “sem perfume” podem conter ingredientes mascarados para melhorar o odor natural do cosmético.

Estas alergias de contato dependem de um processo de sensibilização e por isso não surgem na primeira vez que uma pessoa usa um determinado produto, mas sim após algum tempo.

Na pele, manifesta-se como um eczema e uma coceira intensa, podendo evoluir para o surgimento de áreas avermelhadas (eritema), com bolinhas de água (vesículas) e que podem se romper eliminando um líquido pegajoso (exsudação). Com o passar do tempo, o liquido seca, podendo surgir crostas e descamação. Utiliza-se a denominação de eczema, dermatite ou alergia de contato.

Um ponto importante é analisar o local da pele onde surge a alergia, pois em geral está associado com o uso do produto. Por exemplo, desodorantes produzem reações nas axilas. Perfumes podem provocar lesões no pescoço, atrás das orelhas e braços.

2) PERFUMES E ODORES ATIVOS ATUANDO COMO IRRITANTES RESPIRATÓRIOS

A asma e a rinite alérgica são as principais alergias respiratórias e têm origem genética (hereditária), que faz com que as pessoas portadoras destas doenças tenham vias respiratórias mais sensíveis que o habitual, reagindo exageradamente a alguns estímulos. Por isso, poderão piorar seus sintomas ao inalar odores ativos.

O papel exato do perfume como provocador de crises de asma e rinite ainda não está bem estabelecido, mas sabe-se que não é uma alergia propriamente dita. Recentemente foi publicado um estudo na Suécia demonstrando que a inalação de perfume é capaz de afetar negativamente a função respiratória dos asmáticos.

É claro que a sensibilidade aos cheiros ativos varia em cada pessoa, pois depende do grau de sensibilidade de cada um. Além disso, quanto menos controlada estiver a alergia, seja asma ou rinite, maior será o efeito negativo do perfume nas vias respiratórias.

Infelizmente neste caso, testes e vacinas não serão úteis, já que não há um mecanismo alérgico comprovado, sendo a causa o poder irritante que os odores ativos exercem sobre as vias respiratórias.

Asmáticos não precisam fugir de perfumes, mas devem dar uma atenção especial a estes fatores no seu ambiente:

- Se possível, não use perfumes. Mas se fizer muita questão, converse com seu alergista e peça que oriente a escolha de uma fragrância suave, hipoalergênica e aplique pequena quantidade em áreas do corpo longe do nariz, por exemplo, nas costas ou nas dobras dos joelhos. Lave as mãos após a aplicação do perfume.

- No caso de crianças alérgicas, pais e cuidadores devem evitar usar perfumes quando estiverem junto delas.

- Prefira desodorantes e óleos corporais sem fragrância.

- Não use incensos, velas perfumadas, aerossóis em sua casa.

- Se você tem dermatite de contato alérgica aos perfumes, leia sempre os rótulos e evite os produtos que contenham as palavras: “fragrância”, “perfume” e “botânicos.A maior dificuldade é que os fabricantes de perfumes podem utilizar “fórmulas secretas”e omitir a listagem específica de todos os componentes. Se tiver dúvidas, não use antes de falar com seu alergista. Se for necessário, ele realizará o teste de contato para definir melhor a substância causadora da alergia.

Sabemos que é impossível fugir completamente dos produtos perfumados. Quanto menos se espera pode-se ganhar um cartão, um enfeite ou até um brinquedo perfumado. Mas, a nossa mensagem para você é que procure manter sua alergia tratada e bem controlada. Isso significa tratar sempre e não apenas nas crises.

O alergista orientará os cuidados, os medicamentos e o uso de vacinas (imunoterapia), de forma que suas vias respiratórias permaneçam desinflamadas e suportem melhor a agressão aos fatores irritantes que forem inevitáveis.






Atendimento especial para os idosos




A equipe de médicos da Clínica de Alergia está habilitada para atendimento especializado à idosos portadores de doenças alérgicas, sejam respiratórias ou da pele.

Urticária, angioedema, eczema de contato, farmacodermias e prurido são as principais manifestações alérgicas na pele.

Rinite alérgica, sinusites e asma Brônquica (ou bronquite) representam as alergias respiratórias mais comuns na terceira idade.

A Clínica de Alergia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro atende sem hora marcada, de segunda a sexta feira, pela manhã de 8 às 10:30 e à tarde de 13 às 15:30 horas.

O tratamento inclui consultas de retorno gratuitas dentro de 15 dias após o atendimento. Informe-se pelos telefones (21) 2517 4206 ou 2210 2810 com a nossa secretária Vanessa.

15 Outubro 2009

Tomar banho com água quente demais pode causar coceira











Se você sente coceira após o banho e acha que a culpa é da água, pense duas vezes: a urticária aquagênica, ou alergia à água, é extremamente rara. "Em toda a literatura médica mundial, deve haver registrados um máximo de 20 ou 30 casos desse tipo", diz Maria de Fátima Marcelos Fernandes, chefe da Seção de Diagnóstico e Terapêutica do Serviço de Alergia e Imunologia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e uma das diretoras da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia.

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Provavelmente, o culpado pelo incômodo é o banho quente e prolongado -ou seja, não se trata da água em si, mas da sua temperatura e da exposição duradoura a ela, além de várias aplicações de sabonete.

"A pele perde seu manto lipídico [de gordura] protetor, resultando em prurido [coceira], pele ressecada e mesmo eczemas. Eventualmente a sensibilidade a determinadas substâncias presentes nos sabonetes e xampus também pode ser a causa [da coceira]", explica Osmar Rotta, professor e chefe do Departamento de Dermatologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

O problema afeta principalmente pessoas de idade mais avançada. "À medida que a pele vai envelhecendo, ela vai perdendo um pouco de sua hidratação".

Um banho relativamente rápido, de não mais do que dez minutos, com água em temperatura moderada e uma vez por dia -independentemente de se estar no inverno ou no verão- é o que a médica recomenda para que coceiras dessa natureza não apareçam ou se manifestem com menor intensidade.

"Tudo depende das características da pele de cada um. Pessoas que têm pele mais sensível, que em geral são os alérgicos, devem ter mais cuidado", diz. "O banho não deve ser muito quente, mas também não precisa ser desagradável."

Outra medida que ajuda é hidratar a pele até três minutos após o banho. A pessoa pode usar o hidratante de sua preferência. Se for detectada alguma sensibilidade ao produto, o hidratante correto deve ser indicado por um profissional.

Quem tem pele seca também apresenta maior possibilidade de sentir coceiras depois do banho. "Isso não tem nada a ver com algum tipo de urticária, de alergia, é uma sensação causada por conta da pele seca mesmo".

O contato com substâncias frias também pode causar pruridos, apesar de a urticária causada pelo frio ser rara. Ela acontece quando a pessoa lida com água fria ou se expõe a baixas temperaturas, ao ar frio ou até quando bebe líquidos muito frios ou alimentos gelados, como sorvete. O sintoma é o inchaço no lugar do corpo em que houve contato com o ambiente ou a substância fria. Em geral, a urticária ao frio se manifesta pela primeira vez no paciente durante o inverno. Pode ocorrer em diversos graus e, em um extremo, provocar choque anafilático, com risco de morte.


Exercício

A urticária pós-banho que não é a aquagênica chama-se colinérgica. Ela pode ser desencadeada não só pela utilização excessiva da água quente como por estresse ou outros problemas emocionais, assim como pela realização de exercícios. "Qualquer esforço físico pode causar urticária.

Os sintomas da urticária colinérgica são o aparecimento de "áreas pequenas elevadas [pápulas] ou maiores [placas]". Esses sinais podem surgir logo após o banho ou depois da realização de exercícios com duração variável -que podem ser minutos ou horas.

Já no caso da urticária aquagênica, os sinais são o aparecimento de urticas -eritema mais edema, ou vermelhidão mais inchaço- difusas, de pequenas dimensões, que duram cerca de duas horas. O tratamento dos dois tipos de urticária é feito com anti-histamínicos prescritos por um médico.
 
Fonte: Folha On Line

11 Outubro 2009

Automedicação











O Blog da Alergia chama a atenção para um problema crescente, que é a automedicação. Segundo o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), os remédios ocupam o primeiro lugar no ranking de casos de intoxicação.  E crianças até cinco anos são as maiores vítimas, respondendo por cerca de 30% dos casos.




09 Outubro 2009

Associação Brasileira de Alergia (ASBAI) lutando pelos direitos dos alérgicos

Mudança de rotulagem de alimentos industrializados, medicamentos, cosméticos e produtos de uso pessoal

8/10/2009


Atendendo a solicitação do Juiz Federal da 2ª Vara de Sergipe, o Dr Fernando Escrivani Stefaniu, a Diretoria da ASBAI indicou o Dr José Carlos Perini como seu representante perito para auxílio na fundamentação técnico-científica de ação civil pública deflagrada naquele estado por paciente alérgico. O grupo inicialmente constituído teve além do Dr Perini, a contribuição dos Drs Jackeline Motta Franco e Mário Adriano dos Santos, ambos residentes em Sergipe e especialistas pela ASBAI.

Após a primeira audiência pública e de posse das informações técnicas fornecidas por esse grupo, identificou-se fatos de extrema relevância que motivaram, em concordância com o Ministério Público Federal e ANVISA, na ampliação desse grupo inicial de especialistas. Ainda sob a coordenação do Dr José Carlos Perini os onze membros trabalharam de forma intensa e contínua, elaboraram documentos que foram muito importantes para subsidiar a necessidade de mudança de rotulagem de embalagens de alimentos industrializados, produtos de uso pessoal, cosméticos e medicamentos haja vista a freqüência com que pacientes alérgicos são acometidos por reações necessariamente evitáveis.

A não concordância da ANVISA, mesmo por acordo, sobre as ponderações do Juiz Fernando Escrivani Stefaniu com relação às modificações solicitadas fez com que ele em respeito ao direito fundamental à vida, à saúde e à proteção ao consumidor a condenasse a exigir e fiscalizar a modificação dos rótulos dos alimentos industrializados apontando-se o alimento como ele é conhecido, por exemplo contém leite de vaca e não caseína.

Em continuidade a esse trabalho conjunto realizou-se em Aracaju, durante os dias 16 a 18 de setembro o Curso "Ativismo Judicial e Direito à Saúde: Contrapontos". Realizado sob os auspícios da Advocacia Geral da União-Escola de Advocacia Geral da União (AGU), ESMAFE e ASBAI o curso destinou-se a profissionais das áreas: jurídica, médica, gestores de saúde, membros e servidores da AGU e sociedade civil em geral, reuniu mais de 200 participantes.

Além da apresentação de juristas envolvidos com a área da saúde, especialistas pertencentes ao grupo de trabalho fizeram exposições sobre tópicos de extrema relevância e que fundamentaram tecnicamente a decisão do Juiz Fernando Escrivani Stefaniu. Após breve apresentação do problema "doenças alérgicas no Brasil" pelo Dr Dirceu Solé, presidente da ASBAI e dos motivos que culminaram com essa ação civil pública pela Dra Jackeline Franco Motta (em anexo) iniciaram-se as apresentações dos convidados: Dermatite de contato - Dr Marti A Antila (SP); Alergia Alimentar - Dra Jackeline Motta Franco (SE); Reações adversas a Drogas - Dra Inês C Camelo Nunes (SP); Anafilaxia - Dra Norma de Paula Rubini (RJ) e Rotulagem de alimentos, medicamentos e produtos de uso pessoal: prevenção de acidentes alérgicos - Dr José Carlos Perini (ES).

Cremos que esse é o primeiro passo que a ASBAI em associação com o Ministério Público Federal dá em direção aos direitos do cidadão, sobretudo se alérgico. Uma vez mais é importante ressaltar o empenho do Dr José Carlos Perini na condução desse grupo de trabalho, essencial para fundamentar a decisão do Juiz Fernando Escrivani Stefaniu.

Dirceu Solé
Presidente ASBAI
Visite o setor de atendimento ao público no site da ASBAI

05 Outubro 2009

Temos alergia aos pólens no Brasil?



Chegou a primavera, estação das flores. E, ao primeiro espirro, alguém logo acrescenta: é por conta dos polens! É verdade? Ou mais uma moda importada?

O Brasil é um país muito grande e com amplas variações do clima nas suas diferentes regiões. Os primeiros relatos de alergia aos pólens no Brasil foram feitos na década de 40 pelo professor Ernesto Mendes, mas os estudos tomaram impulso à partir dos anos 80.

A característica desta doença é o fato de ser estacional, ou seja, ocorre no período do ano em que ocorrem polinizações de alguns tipos de plantas. Por isso, tem seu auge entre os meses da primavera, sendo mais prevalente entre Setembro e Dezembro.

Nos Estados Unidos é chamada de “Febre do feno” (“hay fever”). Em muitos países, a polinose é tão comum que a informação sobre contagem de polens é disponibilizada diariamente através de emissoras de rádio, TV, jornais e sites. Em 2007, a revista BMJ publicou uma estimativa de que 1 em cada 6 pessoas nos países industrializados sofre de alergia sazonal ao pólen.

No Brasil, a alergia aos polens é descrita apenas nos Estados do Sul: Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, onde as estações são bem definidas. Em algumas cidades, como em Caxias do Sul e Santo Angelo das Missões, aparelhos de contagem polínica são usados com este fim.


Sintomas mais comuns:

- Espirros, coriza e grande desconforto nasal.
- Olhos lacrimejando, irritados e avermelhados.
- Coceira em olhos, nariz, palato (céu da boca).
- Mal estar, simulando um estado gripal.
- Asma pode ocorrer em alguns casos. A pessoa se queixa de dificuldade para respirar, tosse, tem chiados no peito.
- A pele pode apresentar coceira e eczema.

Estes sintomas são intensos e podem prejudicar a qualidade de vida do paciente, que dorme mal, tem fadiga, passa a se irritar facilmente. A coceira dos olhos é tão intensa que é comum se ouvir: “Tenho vontade de arrancar meus olhos!” Os olhos ficam tão avermelhados, criando constrangimento no convívio social ou no trabalho.

Causa: inalação de grãos de polens de alguns tipos de plantas faz com que as proteínas do pólen se depositem nas mucosas respiratórias, provocando uma inflamação alérgica, com participação do anticorpo da alergia, chamado de Imunoglobulina E ou simplesmente IgE.
E aí vai um dado é importante: a polinose atinge apenas as pessoas que tem predisposição genética alérgica para a doença.

Pólens: são grãos minúsculos, nem sempre vistos a olho nu, que participam da reprodução das plantas. A quantidade de pólen no ambiente varia com o tipo de planta, clima, etc. Em geral aumenta muito na época da reprodução destas plantas, que normalmente ocorre na Primavera.


Por que não há polinização no resto do país?

A polinização na maior parte do Brasil é feita através de insetos, que transportam os polens de um local para outro. Algumas plantas fazem autopolinização e outras fazem a polinização hidrófila (através da água).

A alergia ocorre quando os pólens são levados pelo vento, ou seja, quando grande quantidade destes minúsculos grãos se dispersa no ar, penetrando nas vias respiratórias humanas através da respiração. É o que ocorre no sul do país.

Fatores que influenciam no aparecimento da alergia:

O crescimento da agricultura nos últimos anos veio modificar a paisagem no sul do país, substituindo as florestas por gramíneas, que tem maior poder de provocar as alergias.

O aparecimento da alergia depende da concentração dos pólens, que deve ser alta o suficiente para causar sensibilização e sintomas.

Nos dias quentes e com leve brisa, o pólen vai mais longe, com predomínio no final da tarde. Já nos dias chuvosos e úmidos há menor quantidade de pólen na atmosfera.

O fato de uma pessoa ser alérgica ou ter história na família de pessoas portadoras de alergia aumenta a chance de apresentar alergia polínica.

Uma pessoa que morou no exterior poderá desenvolver a doença com mais freqüência.

Os principais pólens que causam alergias podem ser divididos em três tipos:
1. Pólens de gramíneas: Azevém, Cana-de-Açucar, capim, grama, milho, sapé, trigo.
2. Pólens de árvores: cipreste, alfineiro, pinheiro, plátano e salgueiro/chorão.
3. Pólens de Ervas: Alfafa, Ambrósia, Artemísia/Losna Brava, Carrapicho-de-Santa Helena, Caruru, Crisântemo, Dália, Dente-de-Leão, Erva-de-Bicho e Erva-de-Santa Maria, Lanceta-de-Ouro, Língua-de-Vaca, Losna Branca, Losna ou Absinto, Parietária, Quenopódio, Taboa ou Tabua, Tanchagem ou Plantago.


Cuidados preventivos:

• Manter janelas fechadas à noite.

. Utilizar ar condicionado com filtro.

• Manter as janelas do automóvel fechadas.

• Permanecer o maior tempo possível dentro de casa, durante os dias de maior concentração polínica, ou seja, naqueles ensolarados, secos e ventosos.

• Ao sair usar óculos de sol, para diminuir a impactação de pólens nos olhos.

• Evitar andar de moto ou bicicleta sem proteção para os olhos.

• Evitar passear no campo, cortar grama ou serviços de jardinagem.

• Antes de deitar, tomar banho, lavar os cabelos, para evitar a deposição de pólens no travesseiro e cama.

. Evitar colocar roupas para secar no exterior. Roupas úmidas coletam pólens que podem agravar a alergia.

03 Outubro 2009

Ácaros





Este filme reúne informações de reportagens realizadas pelo canal Discovery e pelo Jornal Nacional.

Vale a pena assistir!

01 Outubro 2009

Gordura abdominal eleva risco de asma em mulheres


Mulheres com muita gordura abdominal têm mais risco de ter asma, mesmo que não estejam acima do peso. É o que mostra um novo estudo publicado na revista "Thorax". A pesquisa foi realizada com 88.304 voluntárias nos EUA.

Entre aquelas com IMC (índice de massa corporal) normal (até 24,9 kg/m2), as que tinham a medida da cintura maior do que 88 cm tiveram três vezes mais chance de ter a doença.

A pesquisa também confirmou que a asma é mais frequente em pessoas com sobrepeso e obesas. Quanto maior o peso, maior o risco de asma. A prevalência de asma em mulheres com obesidade leve foi de 10,9%, nas com obesidade moderada, de 13,4%, e nas com obesidade grave, de 18,3%.

"Sabe-se que a obesidade é um fator de risco para a asma, mas poucos estudos avaliaram os efeitos da gordura visceral sobre o problema", escreveram os autores do trabalho.

Leia mais na Folha On Line:
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